Sábado, 20 de Fevereiro de 2010
Arnaud Lantoine não apoia Luís Santarino

Eleições PS/Coimbra

 



publicado por José Soares às 14:44
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20 de Fevereiro - Histórias deste dia

DESCRIÇÃO: Marinetti publica o "Manifesto Futurista"; inauguração do Met Museum de Nova Iorque; estreia do filme "Os Quatro Cavaleiros do Apocalipse"; PS vence eleições legislativas de 2005. Nascem Sidney Poitier, Mike Leigh, Cindy Crawford, Kurt Cobain. Morre Vitorino Nemésio. Jennifer López e "Get Right".

 



publicado por José Soares às 14:34
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Sexta-feira, 19 de Fevereiro de 2010
PS/Coimbra: Santarino candidato "pela positiva"

In: Jornal “DIÁRIO AS BEIRAS” – 19-02-2010



publicado por José Soares às 16:54
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Quarta-feira, 17 de Fevereiro de 2010
Eleições no PS/Coimbra com três candidaturas

      Carlos Cidade                   Paulo Valério                 Luís Santarino

 

 

Num jantar que se realiza hoje (dia 17), um grupo de socialistas vai declarar o apoio à candidatura de Luís Santarino à liderança da Comissão Política Concelhia de Coimbra do PS, que se junta na corrida eleitoral a Paulo Valério e Carlos Cidade.

Entre os apoiantes de uma terceira candidatura, que no jantar marcado para um restaurante em Ceira discutem um documento estratégico sobre o futuro do PS em Coimbra, contam-se Rui Namorado, Luís Marinho, Pereira da Silva, José Paulo Cardoso, Francisco Cabral, José Gama, João Rosendo, João Ferreira, Elsa Castilho, Noémia Salgado, Luís Coelho e Manuel Milagres.

Ao acenar com a reconquista da Câmara Municipal por parte do PS, Luís Santarino preconiza que Coimbra deve assumir papéis de liderança no plano regional e no contexto nacional.

O actual líder concelhio de Coimbra do PS é Henrique Fernandes, governador civil, e as eleições, que incluirão as secções, deverão ser marcadas para final de Maio.

 

In: Jornal Digital “CAMPEÃO DAS PROVÍNCIAS” – 17-02-2010

 

Comentário de Elisio Estanque no blogue "BoaSociedade"



publicado por José Soares às 22:59
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Segunda-feira, 15 de Fevereiro de 2010
Aumentos questionados por vereadores do PS

Câmara Municipal de Coimbra

 

O aumento das taxas de utilização do pavilhão multidesportos de Coimbra foi questionado, hoje, pelo vereador do PS Rui Duarte, que interpelou a maioria camarária acerca do critério subjacente a “tamanha inflação tarifária”.

O preço por hora sofreu um agravamento de 5,40 euros para perto de 34 euros, o que corresponde a um aumento superior a 500 por cento.

“Perplexo e indignado”, o edil alegou faltar uma justificação racional para tal agravamento, tendo feito notar que ele implica um acréscimo de encargos suportados por entidades de interesse público e subvencionadas pelo Estado.

Outro aumento, o do tarifário da Águas de Coimbra, levou outro vereador do PS, Carlos Cidade, a acusar o anterior Conselho de Administração daquela empresa municipal de ter optado por um agravamento residual antes das eleições autárquicas de Outubro de 2009.

 

In: Jornal Digital “CAMPEÃO DAS PROVÍNCIAS” – 15-02-2010



publicado por José Soares às 21:20
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Sábado, 13 de Fevereiro de 2010
PS de Coimbra não recuperou da morte de Fausto

ANTÓNIO ALMEIDA SANTOS

Foto Diário As Beiras

 

 

P - Coimbra é a terceira cidade do país?

R - Como matriz cultural, é capaz de ser. Mas, noutros aspectos, Coimbra tem-se apagado perante Aveiro e algumas cidades com ensino superior.


P - Que razões encontra para essa situação?

R - Por exemplo, Coimbra era conhecida pela sua indústria têxtil. Teve outras indústrias, mas acabou por perder quase tudo. A falta de afirmação do ponto de vista económico leva a que, por acréscimo, outras situações vão em conjunto.


P - A falta de importância acontece também no domínio político?

R - Sabe que, antigamente, o recrutamento de políticos era feito à base de professores universitários de Coimbra. Isso acontecia porque Coimbra tinha a única universidade do país. Hoje em dia, há universidades espalhadas por quase todo o país. Ter uma universidade deixou de ser um privilégio raro de Coimbra usufruiu durante séculos.


P - Viveu, então, à sombra da torre ...

R - É verdade. A Universidade de Coimbra ainda tem um prestígio em termos de contactos internacionais que mais nenhuma instituição tem. E, ultimamente, tem tentado reforçar este prestígio. Até em consequência das conclusões de Bolonha, onde Coimbra vai à frente em algumas áreas. A investigação científica é um bom exemplo. Mas noutras não. Uma coisa não perdeu: a sua mística.


P - Isso é bom ou mau para a cidade?

R - Coimbra viveu sempre muito centrada na sua universidade. Parte da população ou era constituída por estudantes ou por pessoas que viviam em função dos estudantes. Há uma centralidade que não existe em mais nenhuma cidade com ensino superior do país. Como tal, penso que Coimbra não tinha condições para ter outra fonte de desenvolvimento que não fosse esta. Ou seja, ao provincianismo, a cidade respondeu sempre com a sua universidade. Posso mesmo dizer que a universidade emancipou Coimbra do seu provincianismo.


P - Que opinião tem sobre o actual fado de Coimbra?

R - Acho que as guitarras mudaram muito. E para melhor. Desde logo porque, no meu tempo, nós não sabía- mos música. Já os cantores é que não. Nem sempre nascem vozes fulgurantes como as dos anos 50 e 60. Não nos podemos esquecer que estamos actualmente a falar de vozes de microfone.


P - Também ele tem vindo a perder importância?

R - Perdeu importância relativa. Muito por culpa da evolução do fado de Lisboa. Neste momento, o fado de Lisboa tem excelentes executantes. Quer na guitarra, quer nas vozes.


P - Continua a acompanhar os jogos da sua Académica?

R - Todos da mesma forma: apaixonadamente. E posso-lhe dizer que ainda vibro com as suas vitórias.


P - Como antigo dirigente da Briosa, que comentário lhe merece o processo judicial do presidente?

R - Todos os cidadãos têm o direito à presunção de inocência. Para além disso, a minha convicção é que José Eduardo Simões é um homem sério. E um bom presidente.

P - Trabalhar com ele foi difícil?

R - Primeiro que tudo, José Eduardo Simões é um homem competente e capaz. Às vezes, um bocado duro no contacto com as pessoas. Isso criou-lhe alguma antipatia no exterior. Mas volto a repetir: é um homem competente. A prova disso é que lá tem mantido o clube na Liga e com uma boa gestão financeira. O que, para mim, também é importante. Vamos ver o que dá o julgamento.


P - Acha que os tempos actuais são de macrocefalia de serviços em Lisboa o que pode levar à desertificação do interior?

R - Julgo que não tem havido um aumento da desertificação do interior. Sinónimo disso mesmo é o trabalho desenvolvido pelo poder local nessas localidades. Existem mesmo cidades e vilas onde se vive melhor do que em Lisboa.

P - Que visão tem hoje da cidade de Coimbra?

R - Não chego a ter bem o pulso da cidade, porque não vivo a Coimbra dos cafés e dos convívios. Mas acho que Coimbra continua bonita. O pior tem sido mesmo a menor progressão em termos populacionais e a falta de comércio e indústria. Tenho pena que não tenha o êxito que tem, por exemplo, Aveiro. Considero mesmo que o tempo actual não é favorável a Coimbra.


P - De que forma isso pode ser invertido?

R - A universidade tem aqui um papel fundamental. É a ela que cabe o papel principal de tornar a cidade universal e não provincializá-la. Se isso não acontecer, tenho pena do que vou dizer: não há nada que a salve.


P - Acha que o PS Coimbra já recuperou da perda de Fausto Correia?

R - É uma perda irreparável para Coimbra e para o país. Quando faleceu, o PS da cidade perdeu a oportunidade de triunfar ao nível autárquico. A prova de que não conseguiu recuperar é que, nas últimas autárquicas, o PS perdeu as eleições.


P - Que balanço faz sobre a actual liderança autárquica da cidade?

R - Acho que o dr. Carlos Encarnação tem qualidades humanas excelentes. Politicamente, tem o defeito de não ser do PS. Um defeito que, com certeza, nunca mais será corrigido.


P - Que leitura faz da candidatura de Manuel Alegre à Presidência da República?

R - É uma represe. Manuel Alegre já se tinha candidatado. Nessa altura, ele apresentou--se contra uma candidatura protagonizada por Mário Soares. Agora, não. Apresenta-se de pleno direito e com plena liberdade de o fazer.


P - Acha, então, que o PS o deve apoiar?

R - Toda a gente tem a liberdade de o fazer, menos eu, porque sou o presidente do partido. Se o fizesse, quase que estava a dar uma indicação do que eu entendo que deve fazer o partido. Só o farei no órgão competente do partido.


P - A sua candidatura não é uma maneira de forçar o apoio do partido?

R - Eu não sei se forçar é a palavra mais correcta. Mas a ideia é essa. O que é certo é que a questão está colocada e o PS, mais tarde ou mais cedo, terá de se pronunciar sobre a questão. O que acontecerá depois da questão do Orçamento de Estado estar arrumada.


P - Já não acredita na queda do Governo?

R - Deitar abaixo o Governo seria uma irresponsabilidade. Até porque, actualmente, o poder político não seduz.


P - É da opinião que está em curso uma cabala contra o primeiro-ministro José Sócrates?

R - O nosso secretário-geral é um excelente político e um bom primeiro-ministro. Até pela capacidade que tem de se opor às críticas que lhe são dirigidas. Algumas delas concretas e de extrema gravidade. Mas alguém provou alguma coisa contra ele? Nada.


P - Que comentário lhe merece a divulgação das escutas em que José Sócrates está envolvido?

R - Há escutas e escutas. Aquelas que são determinadas pelas instâncias judiciais, nada tenho sobre isso. O aproveitamento, fora desse sistema, é que acho extremamente condenável. Embora me custe dizê-lo, é um regresso ao tempo da PIDE.


P - Porque diz isso?

R - Porque exploraram uma conversa que o primeiro-ministro estava a ter com um grupo de amigos numa mesa do restaurante. Ou seja, num espaço público. Qual a necessidade dessa conversa chegar aos jornais? Repito o que disse: parece que estamos a voltar aos tempos de informadores da PIDE. Há o direito de explorar isto contra um cidadão? Isto é democrático? Perdemos o direito à nossa intimidade? Acho isto absolutamente incrível. Foi assim no passado que muitas democracias degeneraram em ditaduras

 

In: Jornal “Diário As Beiras” - 13-02-2010

António Alves

 



publicado por José Soares às 23:21
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Domingo, 7 de Fevereiro de 2010
PS/Coimbra: Cidade apoiado por Vilar

O anterior presidente da Comissão Concelhia do PS/Coimbra, Luís Vilar, expressou apoio à candidatura com que Carlos Cidade aspira a conquistar o cargo, disseram, hoje, ao “Campeão”, fontes partidárias.

O apoio foi divulgado durante uma reunião de militantes socialistas, convocada por Vilar.

Instado pelo nosso Jornal, Carlos Cidade limitou-se a afirmar ter tomado conhecimento da iniciativa do ex-líder concelhio.

Fonte próxima de Paulo Valério, que também é candidato à liderança concelhia conimbricense do Partido Socialista, sugeriu, entretanto, que terá sido formada uma comissão para, alegadamente, tratar da formalização do apoio manifestado por Vilar a Cidade.

“As «águas» ficam, assim, melhor separadas, e Paulo Valério segue, calma e livremente, o seu caminho”, comentou a mesma fonte.

Luís Vilar, cuja simpatia por Valério era conhecida na fase em que este militava na JS, esteve ao lado de Henrique Fernandes, em 2008, por ocasião do duelo eleitoral protagonizado pelo governador civil de Coimbra e por Carlos Cidade. Paulo Valério era, então, adjunto de Fernandes, representante do Governo e líder cessante do PS/Coimbra.

O apoio da anterior coordenadora do Departamento Federativo de Coimbra das Mulheres Socialistas, Carla Violante, à candidatura de Mário Ruivo à liderança distrital do PS (contra Victor Baptista) e à de Valério não será alheio à tomada de posição de Vilar em prol de Cidade.

 

In Jornal Digital "CAMPEÃO DAS PROVÍNCIAS"   - 07-02-2010



publicado por José Soares às 23:00
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Sábado, 30 de Janeiro de 2010
Mário Ruivo e a morte de Mark Twain

Não sei de onde partem estas suspeitas, mas ficaria muito admirado se Mário Ruivo não se recandidatasse à Federação do PS/Coimbra. Agora, mais que nunca, a sua recandidatura é necessária e estou seguro que os socialistas de Coimbra podem contar com ela, no próximo acto eleitoral. Mas se ainda falta tanto tempo, porque razão há alguém que passa a ideia da sua "morte" (não recandidatura) com tanto tempo de antecedência? É preciso "Assumir a Diferença" - ontem, hoje e amanhã.

 

PS: Comentário de Mário Ruivo.



publicado por José Soares às 15:15
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Sexta-feira, 29 de Janeiro de 2010
PS/Coimbra: Fórum de debate poderá gerar terceira candidatura

   Um fórum de debate, instituído por militantes socialistas, poderá vir a gerar outra candidatura (a terceira) à Comissão Política Concelhia (CPC) de Coimbra do PS, apurou o “Campeão”.

   “Um punhado de gente boa, parte dela arredada há anos das lides partidárias”, reuniu-se, esta semana, com o intuito de pôr a referida estrutura do Partido Socialista a “fazer política de outra maneira”, indicou o antigo eurodeputado Luís Marinho.

   Para Marinho, antigo secretário-coordenador da Federação de Coimbra do PS, Carlos Cidade e Paulo Valério, candidatos à sucessão de Henrique Fernandes, estão aquém de dar garantias de porem a Concelhia a fazer política noutros moldes.

   “Ninguém quer ver repetido o ciclo” em que, nos mais recentes mandatos da CPC, os socialistas sofreram três derrotas autárquicas consecutivas, acentuou, em declarações ao “Campeão”, o presidente do Gabinete de Estudos da Federação conimbricense do PS.

   Segundo Luís Marinho, “o passivo e o activo” subjacentes ao PS/Coimbra na última década “colidiram com as melhores regras da vida partidária”.

“Queremos criar uma dinâmica que seja conjugável com um movimento aberto e capaz de brindar o Partido Socialista com um projecto credível”, assinala o ex-vice-presidente do Parlamento Europeu.

   No termo do debate agora encetado, caso o fórum instituído entenda patrocinar um candidato à liderança da CPC, é provável que o protagonista seja Luís Santarino, apurou o “Campeão”.

 In Jornal Digital "CAMPEÃO DAS PROVÍNCIAS"   - 28-01-2010



publicado por José Soares às 00:40
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Segunda-feira, 25 de Janeiro de 2010
Carlos Cidade apresentou candidatura à Presidência da Concelhia do PS/Coimbra

 

Decorreu da passada 6ª Feira (22/01/2010), no Hotel D. Luís, a apresentação oficial de Carlos Cidade à eleição do novo presidente da Comissão Política Concelhia de Coimbra do Partido Socialista.

Embora ainda não esteja marcado o respectivo acto eleitoral, que deverá decorrer entre Abril e Maio, Carlos Cidade entendeu clarificar já a sua posição face às próximas eleições concelhias, a fim de evitar quaisquer dúvidas sobre a sua posição. Carlos Cidade é candidato.

Apesar de decorrer à mesma hora uma reunião do Secretariado da Federação com os secretários-coordenadores do distrito, a sala estava cheia e com muitos militantes que nas eleições anteriores estavam a apoiar o actual presidente da Concelhia.

Foram vários os militantes que fizeram questão de usar da palavra para manifestar o apoio a Carlos Cidade, mas destaca-se a intervenção do ex-lider distrital e ex-presidente da Câmara de Coimbra, Manuel Machado, que disse: "Apoio o Carlos Cidade, sem reservas".

 
De seguida, publicamos a intervenção de Carlos Cidade nesta reunião:

Camaradas,

Quero agradecer a vossa presença e saudar todos os camaradas que por estarem neste preciso momento ao serviço do PS, aqui não podem estar. Refiro-me aos Presidentes de Junta de Freguesia, que estão no Congresso da Associação Nacional de Freguesias e aos Secretários-Coordenadores de Secções do Concelho de Coimbra, com tarefas a esta hora, mas que na sua esmagadaora maioria já manifestou o apoio a esta candidatura.

Há precisamente dois anos, lancei e lançámos uma candidatura, que não tendo sido vitoriosa, foi determinante para que hoje estejamos aquim e poder-mos dizer que Valeu a Pena, apesar do projecto estar por concretizar.

Defendemos os Valores do PS e as Causas de Coimbra. Mas, hoje o que vos venho propor, no respeito por esses valores e causas, é uma MUDANÇA para melhorar o PS de Coimbra, com um grande sentido de RESPONSABILIDADE, para lutar por Coimbra, porque camaradas, COIMBRA, VALE A PENA.

O PS é um partido solidário e fraterno, pelo que proponho que sejamos nós a dar esse exemplo.

Não nos esqueçamos que este ano comemoramos o centenário da República, de que o PS é um fiel depositário dos valores republicanos, de Solidariedade, Igualdade e Fraternidade.

Estou perante camaradas que tem dedicado a sua vida a servir, nas suas áreas de intervenção. Vejo aqui muitos bons camaradas de sempre, mas também vejo muitos novos camaradas, que nos dãogarantias da renovação necessária, mas responsável..

Creio que a partir de hoje a nossa disponibilidade, tem que ser uma disponibilidade de respeito pelo PS de Coimbra, e de muito trabalho.

Trabalho que passa por:

Credibilizar o PS, que só merecerá a confiança dos nossos concidadãos se for reconhecido, pelas mensagens e protagonistas, com alternativas políticas credíveis;

Mudança, que em qualquer organização ou entidade, por maioria de razão nas políticas, é sempre um factor de inovação e crescimento;

Unir, verdadeiramente, reconhecendo as diferenças e respeitando a diversidade de opinião;

Abertura do partido, atraindo novas ideias e novos protagonistas, criando plataformas onde participem os melhores da nossa sociedade e de mérito reconhecido na nossa urbe.

Respeitar a memória, que é sinónimo de coragem. Por isso mesmo há um acervo colectivo no PS/Coimbra que importa ser respeitado e não apenas usado!... De igual modo a diferença de opiniões é sempre um ponto de partida e nunca uma menos valia.

Ganhar, que é a nossa ambição maior, para devolver os comandos de Coimbra ao PS é o nosso objectivo. Oferecer a Coimbra um futuro melhor é o nosso imperativo cívico.

Camaradas,

Quero-vos dizer, novamente, que estou preparado e preparado com uma profunda exigência, exigência essa, que passa por ter:

- Um PS forte, um PS unido, um PS activo, um PS combativo.

- Trabalhar-mos juntos e unidos com solidariedade, fraternidade e com honestidade.

Estou e estamos hoje, em melhores em condições de assumir o papel que vos desafio a acompanhar, com um novo estimulo na afirmação do PS.

Queremos o PS aberto para esta CIDADE FANTÁSTICA que é Coimbra e as suas 31 freguesias.

Os nossos concidadãos esperam durante este próximos quatro anos, de um PS SEDUTOR, com grande responsabilidade, para em conjunto perceber-se qual o sentir da Cidade, das suas Freguesias e naturalmente dos Socialistas.

O PS tem que ser o Partido liderante de um novo debate, de um novo projecto, que seja sedutor.

Todos juntos, temos que manter um debate aceso, que revele que temos conhecimento dos problemas e a capacidade para apresentar propostas credíveis.

A partir daqui, vamos trabalhar com a experiência e o legado do passado, para apresentar um programa e um projecto a 4 anos do PS para Coimbra.

E ninguém, mas mesmo ninguém dentro do PS pode ser ou ficar excluído!

Camaradas,

Coloco ao serviço do PS e de Coimbra, todo o meu empenho, toda a minha dedicação, todo o meu trabalho, todo o meu saber, todo o meu entusiasmo, sem receios, nem medos.

E na defesa dos ideais socialistas, os nossos compromissos são para cumprir.

Temos que preparar o nosso PS, para um projecto, decididamente virado para o futuro, capaz de transformar o PS numa plataforma vibrante de modernidade.

Camaradas,

Eu e todos nós, vamos precisar dos votos dos militantes, do vosso empenho, mas o PS vai precisar ainda mais desse empenho.

Todos sabemos que as questões internas do PS dizem respeito à Democracia, mas não podemos esquecer, que Coimbra vai estar atenta ao nosso debate e quais as escolhas que iremos fazer.

Este debate que hoje se inicia, para além de necessário, só dará frutos se for entendido pelos cidadãos, se for feito com a elevação de cidadãos livres, mas responsáveis, como é timbre dos socialistas e coloque o debate político, a resolução dos problemas dos cidadãos, no centro das suas preocupações.

Camaradas,

Relativamente a Coimbra, com a gestão da coligação de direita e o apoio dos comunistas, perdeu tempo. Veja-se como pequeno exemplo a indefinição de estratégia, que foi interrompida à nove anos pelo actual Presidente, para agora vir retomar um dos designios da Cidade, então já definidos pela gestão socialista.

Camaradas,

Coimbra, tem de apostar na resolução dos problemas que se mantém e que impedem a vivência do desenvolvimento, em todos os aspectos da sua vida enquanto urbe.

Essa aposta, só pode ser com um PS forte, coeso e unido, inteligente e sedutor, que a partir de hoje temos a responsabilidade de assumir.

VIVA COIMBRA!

VIVA O PARTIDO SOCIALISTA!

Carlos Cidade



publicado por José Soares às 19:15
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Sexta-feira, 22 de Janeiro de 2010
“Prestigiados do Partido Socialista”

 

"As Beiras" fez notícia de um encontro de militantes prestigiados do Partido Socialista que, supostamente, se realizará no próximo dia 27 de Janeiro de 2010. A minha primeira reacção foi o de ter descoberto que havia um conjunto de militantes do meu partido que constituem um mundo à parte e, por isso, formam um naipe que alinha na primeira divisão. Não tendo acesso a esse clube privado, onde só a alguns lhes é franquiada a porta, tenho de confessar que me sinto muito confortável com os camaradas que trabalham todos os dias para agigantarem as propostas e os ideais do Partido Socialista.

Compreendo, também, o sentido de oportunidade revelada – e confesso que não sei quem são esses camaradas prestigiados, porque a notícia não referia nenhum nome –, para ondularem a bandeira e gritarem do alto do mastro que uma onda gigante se aproxima para "varrer" o peixe miúdo. Quando falamos de eleições, o voto de cada um vale exactamente o mesmo. Os militantes de base, ou seja, aqueles que acreditam no socialismo democrático, aqueles que anonimamente dão o coiro e o cabelo nas suas secções sabem que as vitórias políticas se conseguem com trabalho real, concreto, suado e determinado.

O Partido Socialista precisa de todos os contributos. E registará a disponibilidade desse "grupo prestigiado de militantes" para os combates futuros. Já agora quero lembrar que o Partido Socialista tem os seus próprios órgãos eleitos democraticamente, mas onde não se esgota a militância e o direito de cidadania e, ainda, o livre arbítrio.

António Vilhena

Membro do Secretariado da Federação do Partido Socialista

In Jornal "DIÁRIO AS BEIRAS"   - 22-01-2010



publicado por José Soares às 16:52
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Terça-feira, 19 de Janeiro de 2010
PRESIDENCIAIS: Baptista acredita em Cavaco

 

VICTOR BAPTISTA acredita que o próximo Presidente da República vai chamar-se... Cavaco Silva. “Este é o tempo de Manuel Alegre e de uma nova candidatura à Presidência, mas temo que seja também o tempo de Cavaco, enquanto Presidente”, admite o deputado socialista.

O líder do PS/Coimbra reagia, ontem, à recandidatura a Manuel Alegre, anunciada no final da semana em entrevista ao diário “i”. Baptista não é, como se sabe, um alegrista, mas não foi tão longe como outros dirigentes socialistas – como José Lello ou Vitalino Canas –, que já deixaram claro que rejeitam o apoio ao poeta. Alegre, por seu turno, também não parece preocupado. Ao “i”, referiu que “as opiniões menos favoráveis são sempre dos mesmos”, aproveitando para reiterar a intenção: “eu sei que é uma maçada para quem não gosta, mas é um facto consumado: a candidatura arrancou e está no terreno”.

Em declarações à Antena 1, Victor Baptista começou por manifestar o “grande respeito” por Manuel Alegre, homem de “enorme dimensão cultural e humana”. Mas não deixou de lembrar a “caminhada muito própria” que ele sempre seguiu. É o caso, agora, do anúncio da recandidatura, antecipando-se e, “portanto, condicionando” o PS. Nada, porém, que surpreenda o deputado eleito por Coimbra, que admite, mesmo, que o histórico socialista venha a recolher “muitos apoios” no distrito onde foi, várias vezes, cabeça de lista.

Sobre apoios, Victor Baptista voltou a escusar-se a dizer se vai estar com Alegre. Mas sempre foi dizendo que o PS tem mais candidatos, “como Jaime Gama, António Vitorino ou António Guterres”.

A posição de Baptista é semelhante à da direcção do partido, que anunciou “respeitar e registar” a disponibilidade de Alegre, mas remeteu para mais tarde uma decisão sobre esta matéria, após a aprovação do Orçamento de Estado.

 

In Jornal "DIÁRIO AS BEIRAS"   - 19-01-2010

Paulo Marques



publicado por José Soares às 23:58
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Sexta-feira, 15 de Janeiro de 2010
CCDRC: Pedro Coimbra provável vice-presidente

Pedro Coimbra, director-adjunto do Centro Distrital de Coimbra da Segurança Social, é o provável futuro vice-presidente da Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional do Centro (CCDRC), soube, hoje, o “Campeão”.

Uma das vice-presidências do organismo está confiada a Ana Abrunhosa e a outra vagou com a aposentação de Henrique Moura Maia, cabendo a liderança a Alfredo Marques.

Ex-presidente da Comissão Concelhia do PS/Penacova, Pedro Coimbra ascendeu, recentemente, à posição de presidente-adjunto da Federação distrital conimbricense do Partido Socialista.

Alfredo Marques e Ana Abrunhosa reuniram-se, há dias, com a nova ministra do Ambiente, Dulce Pássaro, que lhes terá reiterado confiança para permanecerem nos cargos.

 

In Jornal "CAMPEÃO DAS PROVÍNCIAS"   - 14-01-2010  

 

PS: Veja sobre este assunto, o comentário de Mário Ruivo.



publicado por José Soares às 15:40
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Terça-feira, 22 de Dezembro de 2009
PS acusa câmara de faltar à verdade sobre acessos ao Pediátrico

COIMBRA

O novo Hospital Pediátrico de Coimbra (HPC) voltou a ser motivo de discussão e, mais uma vez, por motivos que não são os melhores. Ontem, na reunião do executivo municipal, fechada à Comunicação Social, a oposição, através do vereador do PS, Carlos Cidade, questionou afirmações proferidas, tanto na reunião da Câmara Municipal, como na da Assembleia Municipal de Coimbra, pelo presidente Carlos Encarnação.

«Disse que tudo o que eram infra-estruturas da responsabilidade da Câmara estavam concluídas, não é verdade», revelou Carlos Cidade no encontro dos vereadores socialistas com os jornalistas realizado após a reunião do executivo municipal, na qual se estreou, ontem, Rui Duarte, do PS. Cidade socorreu-se do Diário da República de 16 de Dezembro de 2004 para confirmar o que estava a dizer, em concreto em relação aos acessos ao Pediátrico.

«Há um problema grave que ainda não foi concluído, que tem a ver com o acesso às Urgências», destacou o vereador socialista, antes de apresentar «o compromisso entre a Câmara de Coimbra e o Ministério da Saúde». «A Câmara assumiu a responsabilidade dos arruamentos de acesso ao HPC, a ligação à rede de abastecimento de água, saneamento e águas pluviais e a disponibilização de terrenos», divulgou Carlos Cidade.

Segundo o vereador do PS, «a nova rotunda está lá, mas não está concluída a ligação à Circular Externa, que é uma das infra-estruturas mais necessárias e eficazes para o acesso às Urgências». Cidade garantiu que, quanto «à rede de abastecimento de água, só na semana passada é que se iniciaram os testes», uma vez que, acrescentou, «as infra-estruturas não foram disponibilizadas antes».
Prosseguindo o rol de confrontações feitas a Carlos Encarnação, o socialista falou nos terrenos. «O presidente respondeu, com alguma dificuldade, que o terreno pertence ainda a privados, que quereriam construir nesta zona, à frente das Urgências do HPC, um edifício. Cabe à Câmara disponibilizar os terrenos, a forma de o fazer é um problema que a Câmara tem de resolver», sublinhou.
Os socialistas lembraram, ainda, que «o estacionamento exterior não existe». «Isto é tudo um problema complicado. É necessário que a Câmara cumpra com a sua obrigação», reforçou Cidade, que, no entanto, admitiu «os atrasos noutras infra-estruturas». «Atrasos no funcionamento, não vai provocar. Agora, vai ter acessos deficientes. As Urgências necessitavam ter circulação livre e ligação directa à Circular externa e não têm», confirmou.

Antes de terminar, o vereador do PS, apesar de ter preferido reservar pormenores sobre este assunto para mais tarde, revelou que «o Ministério da Saúde disponibilizou verba para estas infra-estruturas todas, mas, curiosamente, a Câmara ainda não pediu qualquer dinheiro por aquilo que já investiu lá». Contactado pelo Diário de Coimbra, Carlos Encarnação não entrou em grandes comentários. «Não tem sentido nenhum. O vereador Carlos Cidade está a falar de uma planta que não pôde ser executada, pois a entrada teve de ser feita por outro lado», contou.

 

In: Jornal “Diário de Coimbra” - 22-12-2009



publicado por José Soares às 11:30
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Domingo, 20 de Dezembro de 2009
Enigma de Natal

Uma estória proposta por Mário Ruivo em “Ele lá sabe”.



publicado por José Soares às 23:52
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PS/Coimbra: Pedro Coimbra ascende a delfim do líder distrital

 Pedro Coimbra foi eleito, hoje, presidente-adjunto da Federação de Coimbra do PS, disseram ao “Campeão” fontes partidárias.

As mesmas fontes indicaram que o líder distrital conimbricense do Partido Socialista, Victor Baptista, justificou a ascensão daquele dirigente com “a conveniência” de rejuvenescer o Secretariado da Federação.

Director-adjunto da Segurança Social em Coimbra, onde coadjuva Mário Ruivo, Pedro Coimbra substitui Horácio Antunes na função de «número dois» do Secretariado.

Por coincidência, o dirigente da Segurança Social coadjuvado por Coimbra, Mário Ruivo, foi opositor de Baptista aquando da última eleição do presidente da Federação socialista conimbricense.

Pedro Coimbra renuncia, assim, à liderança da Comissão Concelhia de Penacova do PS, cujo principal candidato à Câmara local, Humberto Oliveira, apeou o PSD, há dois meses, da presidência da edilidade penacovense.

António Vilhena, vereador da Câmara de Coimbra, é um dos novos rostos do referido Secretariado, cuja composição foi objecto de ajustamento, volvido um ano sobre a respectiva entrada em funções.

 

In: Jornal Digital “CAMPEÃO DAS PROVÍNCIAS” – 20-12-2009



publicado por José Soares às 23:00
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Sexta-feira, 18 de Dezembro de 2009
PS/Coimbra: Carlos Cidade e Paulo Valério

Dois candidatos na corrida à concelhia do PS

Carlos Cidade                           Paulo Valério

As eleições para a Comissão Política Concelhia de Coimbra (CPCC) do Partido Socialista (PS) decorrem em Abril, mas contam, desde ontem, com dois candidatos. Paulo Valério, que até Agosto passado foi adjunto do governador civil e actual presidente da CPCC, Henrique Fernandes, anunciou a decisão no seu blogue pessoal, www.o-homem-que-abria-o-piano.blogspot.com, posição que Carlos Cidade também não tardou a assumir publicamente, depois de vários meses a reunir apoios.
«Creio ter condições políticas e pessoais para reunir os militantes em torno de um projecto transversal, que reúna militantes por vezes desavindos», declarou Paulo Valério ao Diário de Coimbra. O socialista, que garante que o desafio é «ponderado e irreversível», justifica a decisão com a necessidade de reconciliar a cidade com o PS. «A cidade espera ainda muito de nós, se formos capazes de virar a página». Apoiando-se no património do PS, de defesa das liberdades e igualdades sociais, Valério acredita que «há uma identificação muito grande de Coimbra com os valores do partido, mas há dificuldade em convencer quando se trata de apresentar o projecto». «Embora a cidade continue ao lado do PS, temos tido dificuldade em mostrar que somos alternativa, e que somos merecedores da confiança que depositaram a nível nacional no PS, que também ganhou em Coimbra», sustenta o candidato.
Na declaração aos militantes que deixou na página online, e apesar do discurso no plural, o jurista não desvenda para já quem são os seus apoiantes. Mas deixa o aviso: «recuso-me - e quero que isso fique claro - a protagonizar qualquer projecto meramente pessoal, de conjuntura ou de facção». Ao DC, o candidato esclarece apenas que «é verdade que há mais pessoas, mas centrar a discussão nos protagonistas e não nas ideias é um erro crasso». O fundamental, entende, «é afirmar primeiro as ideias e não estar preocupado em contar espingardas». A recusa estende-a também «à incoerência de não assumir as minhas opções. E, menos ainda, à política de caldeirada, assumindo todas as opções e o seu contrário».

“Nada vai ser como dantes”, diz Cidade


Rejeitando «esgotar na praça pública o que só aos militantes do partido diz respeito», o candidato admite que Coimbra «observa hoje o PS com um misto de desilusão e ansiedade», facto que atribui ao afastamento do partido do seu património, mas também às expectativas que ainda deposita nos seus protagonistas. «É verdade que nos últimos anos fomos capazes de alguns exemplos menos bons, mas são momentos passageiros que não correspondem à história do partido».
Apoiante de Henrique Fernandes nas últimas eleições para a CPCC, Paulo Valério diz agora que o actual presidente, que venceu Carlos Cidade, «saberá fazer parte da solução como todos os camaradas».

Na corrida contra Paulo Valério pela liderança da CPCC volta a surgir o nome de Carlos Cidade, derrotado por Henrique Fernandes nas últimas eleições. Depois de abandonar a estrutura, em desacordo com o presidente, o socialista tem vindo a reunir apoios desde as eleições autárquicas. «O projecto será apresentado a seu tempo, mas na prática a candidatura existe», confirmou ao DC Carlos Cidade.
«Tenho estado a visitar as secções, a preparar as eleições e os próximos quatro anos», assume o socialista, que recusa fazer comparações entre Paulo Valério e Henrique Fernandes e duvida que os resultados se possam repetir. «Nada vai ser igual, como dantes», acredita, acrescentando que «o que sinto no terreno é que as condições estão muito mais favoráveis».

A candidatura «vai dar continuidade a um projecto com quatro anos, que ficou interrompido e se mantém válido», defende Cidade. As eleições ainda não têm data marcada, mas devem decorrer em Abril.

 

In: Jornal “DIÁRIO DE COIMBRA” - 18-12-2009

Escrito por Sofia Piçarra   



publicado por José Soares às 12:20
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Eleições no PS/Coimbra

   Apesar de ainda não estarem marcadas as eleições internas para o PS/Coimbra, a verdade é que tudo aponta para que as mesmas venham a realizar-se em Abril de 2010.

Há já algum tempo que são apontados alguns putativos candidatos para a liderança da Concelhia do PS/Coimbra.
   Henrique Fernandes irá deixar o lugar; Carlos Cidade está empenhado em concretizar o que já esteve perto; Paulo Valério assumiu ontem a sua “Declaração de candidatura”.
   A três meses dessas eleições, espero que os putativos candidatos se assumam quanto antes. Só assim as suas candidaturas poderão ser levadas a sério e evita-se um desgaste ao próprio partido, o que sempre acontece nestas situações.


publicado por José Soares às 00:08
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Domingo, 13 de Dezembro de 2009
Uma questão de respeito

   Tinha uma exposição fotográfica para ver em Alpiarça, promovida por uma amiga de longa data. Queria mesmo ver a sua exposição.

   Como tinha uma convocatória para participar na reunião da Comissão Política da Federação de Coimbra do Partido Socialista, marcada para as 14,30h de ontem, senti-me na obrigação de participar na reunião dum órgão para o qual fui eleito pelo meu trabalho.

   Às 15,20h, cinquenta minutos depois da hora marcada para a reunião, muito para além do “quarto de hora académico”, a mesma ainda não tinha começado porque ainda não tinham chegado os VIPs. Por respeito a mim próprio, vim-me embora. A minha ausência não era importante na reunião, mas o inverso é ainda mais verdadeiro para a minha vida.

   Ao menos cumpram os horários. Se as reuniões só começam às 16h, porque razão as marcam para as 14,30horas? É uma falta de respeito para todos aqueles que cumprem os horários.



publicado por José Soares às 14:48
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Terça-feira, 8 de Dezembro de 2009
Rui Duarte será o novo vereador

Fernanda Maçãs abdica do lugar de vereadora

A número dois da bancada socialista no Executivo Municipal de Coimbra renuncia, amanhã, ao seu mandato de vereadora. Fernanda Maçãs, que já ocupara o lugar de vereadora nos últimos quatro anos, entregou o pedido de renúncia que será votado amanhã em reunião de Câmara. As reuniões da Câmara de Coimbra realizam-se, quinzenalmente, às segundas-feiras mas ontem a vereação fez “ponte” pelo que a reunião, aberta ao público, realiza-se amanhã à tarde, sendo que a renúncia de Maçãs é o último ponto da agenda de trabalhos.

Álvaro Maia Seco, número um da lista e líder da bancada socialista, disse, ao DC, compreender esta decisão daquela que era a sua número dois. «Fui o principal responsável pela sua presença a número dois na lista e ela ficaria se ganhássemos. Assim, percebo a decisão. Já esteve quatro anos na oposição e como eu próprio já começo a compreender, é muito frustrante estar na oposição, já que temos muito pouca capacidade para intervir nos processos», afirmou-nos ontem Álvaro Maia Seco, explicando que «os documentos chegam aos vereadores com um dia e pouco útil e assim o vereador da oposição tem muita dificuldade em fazer um trabalho com o qual se sinta bem». Assim, somando este “sentimento” ao facto de Fernanda Maçãs estar sedeada profissionalmente em Lisboa, Maia Seco assume ser «compreensível» esta renúncia.

A número cinco da lista é Ana Cristina Pimentel que agora vai também renunciar ao lugar de vereadora. Como a própria explicou ao Diário de Coimbra, após não ter sido eleita, assumiu «um conjunto de compromissos de ordem profissional» que em termos de disponibilidade são «incompatíveis com aquele lugar». Sendo assim, o nome que se segue é o de Rui Duarte, ex--presidente da JS de Coimbra, que será o quarto vereador do PS. A bancada socialista integra ainda Álvaro Maia Seco, António Vilhena e Carlos Cidade.

In: Jornal “DIÁRIO DE COIMBRA” - 08-12-2009



publicado por José Soares às 22:33
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Sábado, 28 de Novembro de 2009
Políticas Locais de Esquerda

O Clube de Política "Esquerda Presente" convida-o(a) a estar presente hoje, dia 28 de Novembro, pelas 17h30, no Salão Brazil-Coimbra, para assistir ao Café-Tertúlia sobre "Políticas Locais de Esquerda", que terá como orador o dr. Paulo Pedroso.

Esta é a primeira iniciativa de um Ciclo que - depois da Fundação do Clube, em Abril deste ano - se debruçará regularmente sobre os desafios da esquerda contemporânea.
ESQUERDA PRESENTE
Com os melhores cumprimentos.
Clube "Esquerda Presente"

 

REPORTAGENS EM:

ESQUERDA PRESENTE

SEXO E CIDADE



publicado por José Soares às 09:30
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Sexta-feira, 27 de Novembro de 2009
Rude Golpe

 

A indignação trespassa as opiniões de muitos e muitos conimbricenses, que manifestam a sua estranheza e repúdio, pela atitude arrogante com que o Dr. Encarnação brindou em primeira mão o novo elenco do executivo municipal, com a proposta de proibir os jornalistas de assistirem a todas as reuniões do executivo municipal.

Infelizmente a mim não me surpreendeu, pois para quem conhece minimamente o politico Encarnação, só vem comprovar mais uma vez, que a máscara lhe caiu, como noutras ocasiões.

Acredito, que tenha apanhado alguns, incluindo Vereadores da maioria de surpresa, sem tempo de reacção, servindo-se da reunião do executivo municipal, como uma experiência.

Mas em política e vindo de quem vem, tudo tem um sentido, e no mínimo estar de reserva a propostas sem sentido e sem razão, obviamente tem que ser contrariadas. Assim o fiz questionando da razão de tal proposta, mas como sempre, respostas não há.

Não posso deixar de referir, que a proibição aos jornalistas de assistirem às reuniões do executivo municipal, para além de ser um acto de absoluta censura dos tempos de hoje, é um rude golpe na vida democrática de Coimbra.

São anos e anos de um acto de cultura democrática, praticado por vários Homens, que honraram a função de Presidente da Câmara Municipal, e de que Coimbra se podia orgulhar, pela saudável convivência democrática.

Desde os debates, às propostas, as posições de cada um, a opinião, a informação, o detalhe, o pormenor, tudo isso durante anos e anos, foi colocado de forma transparente, junto dos cidadãos de Coimbra, pela via da participação dos jornalistas nas reuniões da Câmara Municipal.

Não posso deixar de recordar entre muitos o jornalista João Bravo, que lá onde estiver, deverá ter tido vontade de pegar na sua caneta e escrever sobre esta posição de Encarnação, com a sua forma muito própria de transmitir a mensagem.

Lamentável, que a cultura democrática de Coimbra, seja adulterada pela vontade do actual Presidente da Câmara, que de forma tipo descartável, raciocina só em função dos seus pequenos interesses políticos. Até que precisou, participaram, agora que vai para o último mandato, descarta-os.

Por outro lado, se a posição que o Dr. Encarnação tomou, é procurar ocultar as posições dos Vereadores da oposição, e se calhar mesmo as de alguns da maioria, quanto aos da oposição está redondamente enganado, pelo menos por mim terá o mesmo posicionamento estejam ou não jornalistas, e algo me diz que naturalmente serei muito mais exigente.

Mas esta atitude, para além de mesquinha, coloca-me uma dúvida, que só o Senhor Presidente da Câmara a poderá tirar, o que duvido. O que será que virá por aí, que o Presidente da Câmara não quer que os jornalistas ouçam?

Lamentável, mais uma vez, é a palavra que utilizo para caracterizar a proposta do Dr. Encarnação, pois trata-se de rude golpe na vida democrática de Coimbra.

 

Carlos Cidade

 

Fonte: “Diário de Coimbra - 23-11-2009



publicado por José Soares às 14:27
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Segunda-feira, 23 de Novembro de 2009
Socialistas vão acusar presidente de “instabilidade” na Polícia Municipal

COIMBRA - Reunião de CÂMARA

 

O vereador socialista Carlos Cidade vai hoje acusar Carlos Encarnação de ser o “factor de instabilidade” na Polícia Municipal. A intervenção do autarca do PS acontecerá no ponto 15 da agenda da reunião ordinária do município que decorrará esta tarde nos paços do concelho. Este ponto refere-se à votação do relatório final dos dois processos disciplinares postos a dois agentes. Documentos esses que, segundo o DIÁRIO AS BEIRAS anunciou na passada semana, foram elaborados pelo comandante António Leão – ele próprio o autor da queixa aos agentes visados – e que aponta, no primeiro caso, para uma pena de suspensão efectiva de 60 dias, enquanto o segundo se resume a uma pena de suspensão não efectiva de 45 dias.

PS: Notícia completa no jornal de hoje

 

Fonte: “Diário As Beiras” - 23-11-2009



publicado por José Soares às 11:24
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Domingo, 22 de Novembro de 2009
PS/Coimbra: Fernandes “tropeça” em Ana Rosas

A candidatura de Ana Rosa Vaz para ingresso no Secretariado da Comissão Política Concelhia (CPC) de Coimbra do Partido Socialista está a ser questionada por vários camaradas, soube, hoje, o “Campeão”.

Juntamente com André Dias Pereira, António Vilhena, Irene Ferreira e Teresa Simões, aquela militante foi proposta por Henrique Fernandes para colmatar uma das cinco baixas no órgão executivo da CPC do PS/Coimbra.

Foi imediatamente impossível falar com a referida candidata.

Ao contrário dos outros quatro camaradas, Ana Rosa Vaz não integra a Concelhia socialista conimbricense mediante eleição, tendo a faculdade de assistir às reuniões na qualidade de membro da Comissão Política da Federação (órgão partidário de âmbito distrital).

A eleição de Ana Rosa Vaz, André Dias Pereira, António Vilhena, Irene Ferreira e Teresa Simões ficou por consumar, esta semana, na medida em que a votação efectuada na CPC se saldou por um empate.

Henrique Fernandes, líder concelhio do PS/Coimbra, propôs aqueles cinco camaradas para sucederem a Ana Cristina Rosa, Carlos Cidade, Maria do Rosário Pimentel, Paulo Penedos e Pedro Martins. À excepção da renúncia de Paulo Penedos, ocorrida em 2008, as restantes prendem-se com a postura de Henrique Fernandes enquanto principal protagonista socialista no contexto do processo eleitoral para a Câmara de Coimbra.

O órgão executivo da Concelhia conimbricense do Partido Socialista está sem quórum estatutário desde a demissão da jurista Ana Cristina Rosa, ocorrida há um mês.

Segundo fontes partidárias, Ana Cristina Rosa estranha a opção de Henrique Fernandes por uma camarada, Ana Rosa Vaz, cujo nome é susceptivel de ser confundido com o da jurista.

À animosidade de Ana Cristina Rosa, segundo as mesmas fontes, não será alheia a circunstância de Ana Rosa Vaz – ignorando, alegadamente, a opinião de Luís Ramos (ex-candidato do PS à presidência da Junta de freguesia de Santo António dos Olivais) – ter aceitado candidatar-se ao ingresso no referido Secretariado.

Marido da jurista, Luís Ramos é membro da Assembleia da principal freguesia de Coimbra, órgão em que Ana Rosa Vaz também tem assento.

Na carta de desvinculação do Secretariado, Ana Cristina Rosa lamentou “entraves colocados às escolhas dos candidatos em algumas freguesias”.

Henrique Fernandes tem declinado prestar esclarecimentos a respeito da devolução da carta com que Ana Cristina Rosa se demitiu, apesar de a missiva ter sido entregue na sede do PS/Coimbra.

 

In: Jornal Digital  “CAMPEÃO DAS PROVÍNCIAS” - 20-11-2009



publicado por José Soares às 22:30
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Quinta-feira, 19 de Novembro de 2009
A passo de caranguejo

   Umberto Eco reuniu uma série de intervenções e de artigos num livro, com o título “A Passo de Caranguejo”. Título sugestivo, face a uma visão de retrocesso politico fruto de um conjunto de acontecimentos do início deste século, que, com grande lucidez e profundidade, foi identificando e analisando.

   Também por aquilo que tem acontecido em Coimbra, concretamente no âmbito político, lembrei-me daquele título e do que ele indicia.

   Um olhar sereno e profundo, sobre os últimos anos da nossa vida política, leva, estou certo, a grande maioria do conimbricenses a reconhecer que a cidade “andou para trás”.

A progressiva desvitalização do nervo político da cidade é por demais evidente e também é evidente que esse processo tem origens e causas internas, dele resultando óbvios prejuízos para a cidade.

   Um dos espaços de observação, por excelência, da actividade política local situa-se no exercício da actividade autárquica, porque aí se conjugam aspectos ideológicos com a prática de exercício do poder e, também, aí se reflectem os níveis de organização e de consistência dos principais partidos.

   Vejamos então. Hoje quem governa Coimbra é o “partido” do Dr. Carlos Encarnação que integra a o PPM, o CDS/PP, o PPD/PSD e a CDU. Esta é uma verdade insofismável verificável na organização e funcionamento do Executivo bem como da Assembleia Municipal.

   A cidade enfrenta a dificuldade de não reconhecer nenhum projecto político coerente que aponte um caminho de futuro e as sucessivas purgas e afastamentos de vereadores foi sendo feita de forma a demonstrar que não é um partido ou coligação partidária que governam mas que há alguém que põe e dispõe sem reservas.

   Tudo isto com a espantosa agravante de que esse alguém soube manobrar todo um colectivo de modo a obter ganhos políticos, inclusivamente de ordem familiar, para além de ter o estatuto de arguido, sem que isso perturbe quem quer que seja. Há alguns anos esta realidade seria impensável.

   Não é por acaso que cada vez mais o presidente da Câmara é conhecido por prefeito.

Dos restantes partidos que se opõem ao “partido” do Dr. Carlos Encarnação o único com responsabilidades na Câmara é o PS e os sinais que deu no início deste mandato não podiam ser mais preocupantes.

   Na primeira reunião, a impressão que deu foi a de desunião, de incoerência e de desinteresse.

   Desinteresse, porque o segundo elemento da lista, um apregoado trunfo técnico, faltou logo quando havia uma importante discussão de natureza técnico legal, dado que estava em apreço o Regimento da Câmara.

   Incoerência, porque na votação do referido Regimento, nomeadamente numa questão de grande sensibilidade política – a presença da comunicação social nas reuniões da Câmara – houve um renegar de toda uma história de transparência cultivada durante três mandatos consecutivos pelo próprio partido.

   Desunião, porque os três vereadores presentes votaram de forma diversa. Pior era difícil para início de mandato.

   É evidente que Coimbra vive um retrocesso galopante na qualidade da sua vida política. Há um tamponar da transparência e da abertura aos munícipes em tudo contrário a uma melhor governança, que é apanágio das cidades vivas, criativas, inovadoras e culturalmente fortes que vão emergindo por esse mundo fora.

   Infelizmente, Coimbra caminha politicamente a passo de caranguejo.

 

Escrito por João Silva

In Jornal "CAMPEÃO DAS PROVÍNCIAS"   - 19-11-2009



publicado por José Soares às 23:45
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António Rochette demite-se da Concelhia

 

PS/Coimbra

  

   PROMETE dar que falar a reunião de segunda-feira à noite da Concelhia de Coimbra do PS. Em causa o empate, na votação para o novo Secretariado da Concelhia, mas também a intensidade crítica de alguns discursos, entre os quais o de António Rochette, que acabou mesmo por apresentar a sua demissão do órgão.

   A reunião da Concelhia – a primeira desde há cinco meses e que se realizou em Assafarge – registou bastante participação e farta discussão política. Do lado dos não alinhados com Henrique Fernandes, destaque para a intervenção de Carlos Cidade – que surpreendeu por não ter desferido um ataque frontal à forma como o líder concelhio conduziu a campanha autárquica.

   Em foco esteve também o professor universitário e antigo vereador António Rochette. Este apoiante de Carlos Cidade acentuou o que considera ter sido uma oportunidade perdida para o PS, em Coimbra: a de tudo fazer para arranjar uma alternativa que contribuísse para ajudar os cidadãos de Coimbra a “livrarem-se” de Carlos Encarnação. Uma atitude com que ele próprio, Rochette, admite ter pactuado, pelo que, “assumindo as responsabilidades”, entendeu apresentar a sua demissão.

   Para o Secretariado, recorde-se, a contagem dos votos deu um empate 15-15, com cinco votos brancos. Foi um resultado que manifestamente irritou o presidente da Concelhia. Henrique Fernandes fez, aliás, questão de deixar bem clara a sua posição crítica, com uma intervenção de cariz fracturante, mal recebida entre muitos dos presentes. Talvez por isso – ou por recear um resultado ainda pior, já que alguns dos votos em branco poderiam “passar-se” para o “não” –, Henrique tratou de recusar nova votação, entretanto

proposta.

Paulo Marques

In Jornal  "DIÁRIO AS BEIRAS"   - 19-11-2009

 

"HÁ SEMPRE ALGUÉM QUE DIZ NÃO"



publicado por José Soares às 14:53
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Quarta-feira, 18 de Novembro de 2009
PS/Coimbra: Acto de contrição de António Rochette

   António Rochette disse ao “Campeão” que a renúncia à qualidade de membro da Concelhia do PS/Coimbra traduz “assumpção de responsabilidade” na sequência do silêncio a que se remeteu imediatamente antes das últimas eleições autárquicas.
   “Sou co-responsável por o Partido Socialista não ter sabido dar resposta aos anseios de munícipes conimbricenses” que encaravam 11 de Outubro como “a oportunidade” para viabilizarem a substituição de Carlos Encarnação (PSD) na praça de 08 de Maio, declarou.

   O ex-vereador assinala que Álvaro Maia Seco era “uma boa alternativa” para a presidência da Câmara de Coimbra, mas lamenta que ele tenha sido “indigitado tardiamente” e imputa à Comissão Concelhia socialista conimbricense, liderada por Henrique Fernandes, o “ónus da má condução do processo”.

   António Rochette, eleito na lista de Carlos Cidade (ex-opositor de Fernandes), recomenda o lançamento de um “projecto de cidade de que o município se orgulhe”.

   Neste contexto, a poucos meses do termo do mandato da referida Concelhia, entende que urge eleger a próxima estrutura partidária para “habilitar Coimbra a saber aquilo que o Partido Socialista preconiza”.

   O geógrafo foi eleito membro da Comissão Política da Federação conimbricense do PS numa lista patrocinada por Mário Ruivo (ex-opositor da recondução do líder distrital socialista, Victor Baptista).

 

In Jornal Digital "CAMPEÃO DAS PROVÍNCIAS"   - 18-11-2009



publicado por José Soares às 23:55
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PS/Coimbra: António Rochette demite-se da Concelhia

   António Rochette vai demitir-se da Comissão Política Concelhia conimbricense do PS, disseram, hoje, ao “Campeão” fontes partidárias.

   Doutorado em Geografia e professor universitário, mantém o estatuto de membro da Comissão Política da Federação de Coimbra do Partido Socialista (órgão máximo entre os congressos distritais) e foi vereador no quadriénio 2002/05.
 
Fonte: CAMPEÃO DAS PROVÍNCIAS - 18-11-2009


publicado por José Soares às 19:32
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Novo Secretariado aprovado... com empate

PS/Coimbra

   A CONCELHIA de Coimbra do PS já tem um novo Secretariado. Os seus dez elementos incluem os cinco “sobrantes”, após a vaga de demissões que o assolou, e outros cinco, anteontem à noite apresentados, em reunião daquela estrutura, que decorreu em Assafarge. O curioso é que, chegada a hora de contar os votos, o resultado foi de 15-15, com cinco brancos.

   O Secretariado mantém, na sua composição, os militantes Ana Pinto Bravo (São Martinho do Bispo), António Sequeira (Eiras), Carlos Castela (Cernache), Jorge Fernandes (Assafarge) e Otelo Saramago (Ribeira de Frades). Os novos elementos são, então, os seguintes: Ana Rosa Vaz (Olivais), André Dias Pereira (Sé Nova), António Vilhena (vereador), Irene Ferreira (São Martinho do Bispo) e Teresa Simões (Botão).

   Cabe dizer que a reunião de segunda-feira à noite foi bastante participada, tendo gerado alguns momentos de intensidade política, de resto previsíveis. Foram os casos das intervenções de alguns autarcas de freguesia – de Ceira e de Brasfemes, por exemplo – e também de Luís Santarino, um dos militantes mais críticos de Henrique Fernandes. Todos elegeram o líder concelhio como alvo, tendo este último alargado as suas críticas aos candidatos à câmara, nomeadamente a Álvaro Maia Seco – que marcou presença na reunião, tendo, mesmo, tido assento na mesa.

   Ao DIÁRIO AS BEIRAS, Henrique Fernandes começou por sublinhar que o órgão Secretariado nunca deixou de estar operacional. “Não foi por ter saído um elemento, por cuja presença fugaz, de resto, mal se tinha dado, que ficou limitada a sua capacidade e a sua função, que é, como se sabe, a de assessorar e apoiar o trabalho do presidente da Concelhia”, referiu, acrescentando: “é, em todo o caso, um problema interno do Partido Socialista”.

   Para a frente, agora, está “apenas e só o trabalho, seja de oposição construtiva seja de poder, consoante se trate da câmara e assembleia municipais ou das freguesias onde somos maioria, procurando, o mais possível, não dar razão a Churchill, que, a um jovem deputado a quem mostrava o Parlamento, disse um dia: daquele lado, na bancada da oposição, estão os nossos adversários; deste lado, na nossa bancada, estão os nossos inimigos”, rematou Henrique Fernandes.

P.M.

Fonte: Diário As Beiras - 18-11-2009



publicado por José Soares às 14:05
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Terça-feira, 17 de Novembro de 2009
PS/Coimbra permanece sem Secretariado

   A Comissão Concelhia de Coimbra do PS inviabilizou, ontem, uma proposta de Henrique Fernandes com vista à recomposição do Secretariado, um órgão executivo sem quórum estatutário desde meados de Outubro, apurou o “Campeão”.
   A proposta do líder partidário de âmbito local suscitou 15 votos favoráveis e outros tantos contra, tendo o plenário da Comissão Política Concelhia sido dado por encerrado sem se ter procedido à reabilitação do respectivo órgão operacional.

   Já Henrique Fernandes usava da palavra, num registo de auto-satisfação, quando o escrutínio da votação revelou a inviabilização da sua proposta.
   O Secretariado da Concelhia conimbricense do PS ficou sem quórum estatutário devido às demissões de Carlos Cidade, Pedro Martins, Maria do Rosário Pimentel, Ana Cristina Rosa e Paulo Penedos.
Fonte: Campeão das Províncias - 17-11-2009


publicado por José Soares às 12:16
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