Domingo, 21 de Novembro de 2010
Mário Ruivo comenta campanha de Manuel Alegre no Jornal I

 



publicado por José Soares às 14:37
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Sexta-feira, 19 de Novembro de 2010
PRESIDENCIAS: Pedro Martins (PS) cancela apoio à candidatura de Alegre

 

 



publicado por José Soares às 12:40
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Segunda-feira, 15 de Novembro de 2010
CAMPANHA DE MANUEL ALEGRE

UM FUTURO COM MEMÓRIA

Sessão musical com a viola de Rui Pato e a voz de António Ataíde.

 

A campanha de Manuel Alegre promove sessões de animação na Sede de Candidatura (Av. Calouste Gulbenkian, 22-C, Celas, Coimbra).

 

A primeira sessão realiza-se na próxima quinta-feira, dia 18 de Novembro, pelas 21h30, e conta com a presença da música de José Afonso, na viola de Rui Pato e na voz de António Ataíde.

 

Estão programadas iniciativas de índole política e cultural, que oportunamente serão divulgadas.

 

Na próxima quinta-feira, pelas 21h30, aparece... e traz um amigo também!

 

A Coordenadora da Campanha Presidencial de Manuel Alegre, no Concelho de Coimbra

 

Teresa Alegre Portugal

 

 

LOCAIS DE INFORMAÇÃO

site da campanha: http://manuelalegre2011.pt/

blog distrital: http://manuelalegre2011.blogspot.com/

facebook: http://www.facebook.com/manuelalegre2011

twitter: http://www.twitter.com/alegre2011

flickr: http://www.flickr.com/photos/manuelalegre2011/sets/

youtube: http://www.youtube.com/manuelalegre2011

 



publicado por José Soares às 17:48
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Sexta-feira, 9 de Julho de 2010
HOJE - Manuel Alegre em Coimbra

 

Caros(as) amigos(as):

 

Dando início à sua campanha, Manuel Alegre estará hoje em Coimbra, sexta-feira, dia 9 de Julho.

 

Programa

 

11h30 – Visita aos HUC: Unidade de Transplantação Renal e Serviço de Infecciosas.

 

18h00 – Sessão com as estruturas distritais da campanha e apoiantes.

Local: Hotel D. Inês.

 

Conto com a sua presença e com a divulgação do presente Programa.

 

Pedro Miguel Martins

 



publicado por José Soares às 08:30
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Sexta-feira, 7 de Maio de 2010
Mário Ruivo de volta às crónicas jornalisticas

(Para ler clique na imagem)

 

(Para ler clique na imagem)

 

Este artigo também pode ser lido AQUI >>>

 

Bom regresso às lides jornalísticas.

 



publicado por José Soares às 23:50
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Quarta-feira, 28 de Abril de 2010
Manuel Alegre formaliza candidatura a 4 de Maio



publicado por José Soares às 13:45
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Terça-feira, 20 de Abril de 2010
Presidenciais: Parreirão expressa apoio a Alegre

O ex-governante Luís Parreirão, antigo presidente da Federação de Coimbra do Partido Socialista, apoia a candidatura de Manuel Alegre à Presidência da República, apurou o “Campeão”.

Parreirão, que foi secretário de Estado nos governos de António Guterres e presidente da Direcção -Geral da Associação Académica de Coimbra, divulga, em próxima edição do nosso Jornal, um texto de reflexão sobre a eleição do próximo Presidente da República.

O ex-líder distrital conimbricense do PS estranha que haja “responsáveis políticos e políticos responsáveis a inventar candidatos presidenciais inverosímeis ou a pronunciar-se sobre as eleições sem a seriedade que o cargo de Presidente da República deve impor a todos”.

 

In: Jornal Online “CAMPEÃO DAS PROVÍNCIAS” – 20-04-2010

 



publicado por José Soares às 11:31
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Quinta-feira, 25 de Fevereiro de 2010
Ascensor do Campeão das Províncias

A SUBIR

 

Manuel Alegre – O jantar do poeta com apoiantes de Coimbra, “cidade dos sonhos”, foi uma manifestação de pujança da sua (re)candidatura presidencial. Alegre teve muita (e boa) gente a incentivá-lo. Nobre é o candidato que não se esconde atrás de atitudes calculistas e ousa chamar as coisas pelos respectivos nomes, num discurso proferido perante mais de meio milhar de pessoas.

 

In: Jornal “CAMPEÃO DAS PROVÍNCIAS” – 25-02-2010



publicado por José Soares às 14:16
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Sábado, 13 de Fevereiro de 2010
PS de Coimbra não recuperou da morte de Fausto

ANTÓNIO ALMEIDA SANTOS

Foto Diário As Beiras

 

 

P - Coimbra é a terceira cidade do país?

R - Como matriz cultural, é capaz de ser. Mas, noutros aspectos, Coimbra tem-se apagado perante Aveiro e algumas cidades com ensino superior.


P - Que razões encontra para essa situação?

R - Por exemplo, Coimbra era conhecida pela sua indústria têxtil. Teve outras indústrias, mas acabou por perder quase tudo. A falta de afirmação do ponto de vista económico leva a que, por acréscimo, outras situações vão em conjunto.


P - A falta de importância acontece também no domínio político?

R - Sabe que, antigamente, o recrutamento de políticos era feito à base de professores universitários de Coimbra. Isso acontecia porque Coimbra tinha a única universidade do país. Hoje em dia, há universidades espalhadas por quase todo o país. Ter uma universidade deixou de ser um privilégio raro de Coimbra usufruiu durante séculos.


P - Viveu, então, à sombra da torre ...

R - É verdade. A Universidade de Coimbra ainda tem um prestígio em termos de contactos internacionais que mais nenhuma instituição tem. E, ultimamente, tem tentado reforçar este prestígio. Até em consequência das conclusões de Bolonha, onde Coimbra vai à frente em algumas áreas. A investigação científica é um bom exemplo. Mas noutras não. Uma coisa não perdeu: a sua mística.


P - Isso é bom ou mau para a cidade?

R - Coimbra viveu sempre muito centrada na sua universidade. Parte da população ou era constituída por estudantes ou por pessoas que viviam em função dos estudantes. Há uma centralidade que não existe em mais nenhuma cidade com ensino superior do país. Como tal, penso que Coimbra não tinha condições para ter outra fonte de desenvolvimento que não fosse esta. Ou seja, ao provincianismo, a cidade respondeu sempre com a sua universidade. Posso mesmo dizer que a universidade emancipou Coimbra do seu provincianismo.


P - Que opinião tem sobre o actual fado de Coimbra?

R - Acho que as guitarras mudaram muito. E para melhor. Desde logo porque, no meu tempo, nós não sabía- mos música. Já os cantores é que não. Nem sempre nascem vozes fulgurantes como as dos anos 50 e 60. Não nos podemos esquecer que estamos actualmente a falar de vozes de microfone.


P - Também ele tem vindo a perder importância?

R - Perdeu importância relativa. Muito por culpa da evolução do fado de Lisboa. Neste momento, o fado de Lisboa tem excelentes executantes. Quer na guitarra, quer nas vozes.


P - Continua a acompanhar os jogos da sua Académica?

R - Todos da mesma forma: apaixonadamente. E posso-lhe dizer que ainda vibro com as suas vitórias.


P - Como antigo dirigente da Briosa, que comentário lhe merece o processo judicial do presidente?

R - Todos os cidadãos têm o direito à presunção de inocência. Para além disso, a minha convicção é que José Eduardo Simões é um homem sério. E um bom presidente.

P - Trabalhar com ele foi difícil?

R - Primeiro que tudo, José Eduardo Simões é um homem competente e capaz. Às vezes, um bocado duro no contacto com as pessoas. Isso criou-lhe alguma antipatia no exterior. Mas volto a repetir: é um homem competente. A prova disso é que lá tem mantido o clube na Liga e com uma boa gestão financeira. O que, para mim, também é importante. Vamos ver o que dá o julgamento.


P - Acha que os tempos actuais são de macrocefalia de serviços em Lisboa o que pode levar à desertificação do interior?

R - Julgo que não tem havido um aumento da desertificação do interior. Sinónimo disso mesmo é o trabalho desenvolvido pelo poder local nessas localidades. Existem mesmo cidades e vilas onde se vive melhor do que em Lisboa.

P - Que visão tem hoje da cidade de Coimbra?

R - Não chego a ter bem o pulso da cidade, porque não vivo a Coimbra dos cafés e dos convívios. Mas acho que Coimbra continua bonita. O pior tem sido mesmo a menor progressão em termos populacionais e a falta de comércio e indústria. Tenho pena que não tenha o êxito que tem, por exemplo, Aveiro. Considero mesmo que o tempo actual não é favorável a Coimbra.


P - De que forma isso pode ser invertido?

R - A universidade tem aqui um papel fundamental. É a ela que cabe o papel principal de tornar a cidade universal e não provincializá-la. Se isso não acontecer, tenho pena do que vou dizer: não há nada que a salve.


P - Acha que o PS Coimbra já recuperou da perda de Fausto Correia?

R - É uma perda irreparável para Coimbra e para o país. Quando faleceu, o PS da cidade perdeu a oportunidade de triunfar ao nível autárquico. A prova de que não conseguiu recuperar é que, nas últimas autárquicas, o PS perdeu as eleições.


P - Que balanço faz sobre a actual liderança autárquica da cidade?

R - Acho que o dr. Carlos Encarnação tem qualidades humanas excelentes. Politicamente, tem o defeito de não ser do PS. Um defeito que, com certeza, nunca mais será corrigido.


P - Que leitura faz da candidatura de Manuel Alegre à Presidência da República?

R - É uma represe. Manuel Alegre já se tinha candidatado. Nessa altura, ele apresentou--se contra uma candidatura protagonizada por Mário Soares. Agora, não. Apresenta-se de pleno direito e com plena liberdade de o fazer.


P - Acha, então, que o PS o deve apoiar?

R - Toda a gente tem a liberdade de o fazer, menos eu, porque sou o presidente do partido. Se o fizesse, quase que estava a dar uma indicação do que eu entendo que deve fazer o partido. Só o farei no órgão competente do partido.


P - A sua candidatura não é uma maneira de forçar o apoio do partido?

R - Eu não sei se forçar é a palavra mais correcta. Mas a ideia é essa. O que é certo é que a questão está colocada e o PS, mais tarde ou mais cedo, terá de se pronunciar sobre a questão. O que acontecerá depois da questão do Orçamento de Estado estar arrumada.


P - Já não acredita na queda do Governo?

R - Deitar abaixo o Governo seria uma irresponsabilidade. Até porque, actualmente, o poder político não seduz.


P - É da opinião que está em curso uma cabala contra o primeiro-ministro José Sócrates?

R - O nosso secretário-geral é um excelente político e um bom primeiro-ministro. Até pela capacidade que tem de se opor às críticas que lhe são dirigidas. Algumas delas concretas e de extrema gravidade. Mas alguém provou alguma coisa contra ele? Nada.


P - Que comentário lhe merece a divulgação das escutas em que José Sócrates está envolvido?

R - Há escutas e escutas. Aquelas que são determinadas pelas instâncias judiciais, nada tenho sobre isso. O aproveitamento, fora desse sistema, é que acho extremamente condenável. Embora me custe dizê-lo, é um regresso ao tempo da PIDE.


P - Porque diz isso?

R - Porque exploraram uma conversa que o primeiro-ministro estava a ter com um grupo de amigos numa mesa do restaurante. Ou seja, num espaço público. Qual a necessidade dessa conversa chegar aos jornais? Repito o que disse: parece que estamos a voltar aos tempos de informadores da PIDE. Há o direito de explorar isto contra um cidadão? Isto é democrático? Perdemos o direito à nossa intimidade? Acho isto absolutamente incrível. Foi assim no passado que muitas democracias degeneraram em ditaduras

 

In: Jornal “Diário As Beiras” - 13-02-2010

António Alves

 



publicado por José Soares às 23:21
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Sexta-feira, 12 de Fevereiro de 2010
Manuel Alegre: Jantar em Coimbra com cerca de 500 inscrições

O jantar do candidato presidencial Manuel Alegre com apoiantes de Coimbra, previsto para 19 de Fevereiro, já conta com cerca de 500 pessoas inscritas, disse ao “Campeão” a sindicalista e militante do PS Rosa Pita.

O evento decorrerá, a partir das 19h30, no hotel de D. Inês.

Principal opositor de Cavaco Silva na última eleição para a Chefia do Estado, o poeta já fez saber que voltará a perfilar-se para inquilino do Palácio de Belém, sendo expectável que o Presidente da República também volte a candidatar-se.

 

In: Jornal Digital “CAMPEÃO DAS PROVÍNCIAS” – 12-02-2010



publicado por José Soares às 18:40
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Quarta-feira, 20 de Janeiro de 2010
José Lello não se vai "empenhar" na campanha de Manuel Alegre

   Começo a acreditar que Manuel Alegre pode ter grandes hipóteses de ganhar a Cavaco Silva a eleição presidencial. Assim a direcção do PS o queira.

   A indisponibilidade manifestada por José Lello, informando que não se vai “empenhar” na campanha de Manuel Alegre, é uma boa notícia para o candidato socialista.

   É preferível lidar com os inimigos do que com os falsos amigos.



publicado por José Soares às 16:48
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Terça-feira, 19 de Janeiro de 2010
PRESIDENCIAIS: Baptista acredita em Cavaco

 

VICTOR BAPTISTA acredita que o próximo Presidente da República vai chamar-se... Cavaco Silva. “Este é o tempo de Manuel Alegre e de uma nova candidatura à Presidência, mas temo que seja também o tempo de Cavaco, enquanto Presidente”, admite o deputado socialista.

O líder do PS/Coimbra reagia, ontem, à recandidatura a Manuel Alegre, anunciada no final da semana em entrevista ao diário “i”. Baptista não é, como se sabe, um alegrista, mas não foi tão longe como outros dirigentes socialistas – como José Lello ou Vitalino Canas –, que já deixaram claro que rejeitam o apoio ao poeta. Alegre, por seu turno, também não parece preocupado. Ao “i”, referiu que “as opiniões menos favoráveis são sempre dos mesmos”, aproveitando para reiterar a intenção: “eu sei que é uma maçada para quem não gosta, mas é um facto consumado: a candidatura arrancou e está no terreno”.

Em declarações à Antena 1, Victor Baptista começou por manifestar o “grande respeito” por Manuel Alegre, homem de “enorme dimensão cultural e humana”. Mas não deixou de lembrar a “caminhada muito própria” que ele sempre seguiu. É o caso, agora, do anúncio da recandidatura, antecipando-se e, “portanto, condicionando” o PS. Nada, porém, que surpreenda o deputado eleito por Coimbra, que admite, mesmo, que o histórico socialista venha a recolher “muitos apoios” no distrito onde foi, várias vezes, cabeça de lista.

Sobre apoios, Victor Baptista voltou a escusar-se a dizer se vai estar com Alegre. Mas sempre foi dizendo que o PS tem mais candidatos, “como Jaime Gama, António Vitorino ou António Guterres”.

A posição de Baptista é semelhante à da direcção do partido, que anunciou “respeitar e registar” a disponibilidade de Alegre, mas remeteu para mais tarde uma decisão sobre esta matéria, após a aprovação do Orçamento de Estado.

 

In Jornal "DIÁRIO AS BEIRAS"   - 19-01-2010

Paulo Marques



publicado por José Soares às 23:58
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Segunda-feira, 18 de Janeiro de 2010
Manuel Alegre

Manuel Alegre ao i: "É uma maçada para quem não gosta"

 

Manuel Alegre não vai pressionar o PS para ter apoio oficial. "As coisas estão claras", diz. E desvaloriza os críticos: "São sempre os mesmos"

Hoje no jornal I



publicado por José Soares às 12:12
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Sábado, 16 de Janeiro de 2010
Jantar com Manuel Alegre em Coimbra

19/Fevereiro/2010 (Sexta-Feira)
19,30 Horas
Hotel D. Inês - Coimbra
 

Manuel Alegre em Portimão:

"Estou disponível para esse combate"

"Estou disponível para esse combate" disse Manuel Alegre esta noite em Portimão. Depois de recordar Teixeira Gomes, Presidente e poeta natural de Portimão, Manuel Alegre afirmou que "Portugal vale a pena" e que é preciso "acreditar e agir".

Discurso total pode ser lido «aqui»

 

 

1ª Parte

 

 2ª Parte



publicado por José Soares às 19:13
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Terça-feira, 8 de Dezembro de 2009
Alegre: "Soares também teve um pé dentro e outro fora do PS"

Há 29 anos Mário Soares também esteve desalinhado com o partido. "Nessa altura fui dos poucos que estiveram com ele", defende Alegre

 

Primeiro acto: Mário Soares critica em entrevista ao i, ontempublicada, o facto de Manuel Alegre ter "um pé dentro e outro fora" do Partido Socialista. Segundo acto: para o próprio Alegre essa não é a notícia que encontra nas respostas do líder histórico socialista. "Quando Soares diz na entrevista 'eu gosto dele, dou-me bem com o temperamento dele', é aí que está a parte nova", responde em declarações ao i. "Até agora Soares só me fazia críticas", acrescenta.

Elogios à parte, ainda numa reacção às declarações de Mário Soares, Manuel Alegre não deixa o antigo amigo sem resposta. Pega na manchete do i e devolve--a. "Ele também teve um pé dentro e outro fora", aponta. "Soares foi muito criticado quando se suspendeu do partido durante a candidatura de Ramalho Eanes e eu fui dos poucos que estiveram com ele", relembra Alegre, recuando 29 anos.
Decorriam então as eleições presidenciais de 1980. Mário Soares, então secretário-geral do PS, resolve suspender o cargo em protesto com a posição assumida pelo general Ramalho Eanes, candidato apoiado oficialmente pelo PS, durante uma conferência de imprensa, pouco antes das eleições.

Em causa estavam as declarações de Ramalho Eanes em que o general defendia que o eleitorado das presidenciais era constituído por portugueses - e não por partidos. Esta posição, interpretada por Soares como uma deslealdade em relação ao Partido Socialista, leva-o a afastar-se do cargo de liderança do partido em sinal de protesto. Estas declarações foram a gota de água para o líder socialista que, antes mesmo desta conferência de imprensa, estava relutante no apoio à candidatura do general à Presidência da República.

Com este passo, Soares e PS desalinham--se no discurso, pelo menos durante o tempo que durou a campanha eleitoral. A Comissão Nacional do Partido Socialista opta por manter o apoio a Eanes, em resultado do acordo pré-eleitoral feito entre o PS e o general antes das eleições legislativas de 1980, que deram a vitória a Francisco Sá Carneiro.

Ramalho Eanes acaba por ser reeleito na primeira volta das presidenciais com 56% dos votos. No mesmo dia Soares fez 56 anos. Pouco depois, o líder regressa ao cargo de secretário-geral.

Ontem, por coincidência ou não, Manuel Alegre recorda este episódio no mesmo dia das eleições presidenciais: 7 de Dezembro, aniversário de Mário Soares.

Em declarações ao i, Manuel Alegre explica que, com esta lembrança, "não quer dizer nada" e sublinha apenas um voto: "Como Soares faz hoje anos, aproveito a oportunidade para lhe dar os meus parabéns pelos 85 anos. Desejo-lhe muita saúde e muitos e bons anos."

Pé dentro e outro fora Para Medeiros Ferreira, a expressão usada por Mário Soares faz sentido. "Todos os candidatos presidenciais têm um pé dentro e um pé fora do partido. Faz parte da natureza do cargo", assinalou. Para o antigo ministro dos Negócios Estrangeiros de Mário Soares, Manuel Alegre é "vítima das circunstâncias". "Depois de ter um milhão de votos durante as presidenciais de 2006, Alegre tem de prosseguir para uma nova candidatura", defende o politólogo.
No entanto Medeiros Ferreira, manifesta algumas reservas: "Não sei se [a candidatura de Alegre] será uma boa repetição." Por um lado, "Alegre deu a vitória a Cavaco Silva em 2006 porque foi responsável pela cisão da esquerda" e, por outro, o próximo candidato presidencial tem de promover "uma refederação da esquerda" para derrotar Cavaco. Por isso, defende o socialista, "ou aparece um candidato novo [da esquerda] ou Cavaco Silva ganha".

Por enquanto, Manuel Alegre não admite candidatar-se às eleições presidenciais de 2011. "Não posso, por ora, responder às vossas palavras", disse na semana passada num jantar em Braga onde se reuniu com meia centena de apoiantes. Deixou antes um sinal de que pondera a questão: "Não abro nem fecho portas."

Fonte: Jornal I – 08-12-2009

por Patrícia Silva Alves

 



publicado por José Soares às 17:08
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