Sexta-feira, 6 de Janeiro de 2012
Ano Novo Vida Velha

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In: O Despertar - 06-01-2012



publicado por José Soares às 15:18
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Sexta-feira, 30 de Dezembro de 2011
Ano novo, políticos e vícios antigos

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publicado por José Soares às 14:46
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Segunda-feira, 5 de Setembro de 2011
Madeira – Tempo de antena PND 2011

Este vídeo esteve para ser proibido pela Comissão Nacional de Eleições, mas o Tribunal Constitucional anulou essa decisão.

Sem mais comentários. Só vendo.

 



publicado por José Soares às 00:51
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Domingo, 21 de Agosto de 2011
Ai Álvaro, Álvaro…

Desde a posse do novo Governo, que Álvaro Santos Pereira é referenciado como superministro (Economia, etc. etc.) e detentor de altas classificações académicas e técnicas, sendo professor universitário no desenvolvido Canadá. Tirando o facto, até caricato, de gostar de ser tratado por Álvaro, dele ainda mais nada se viu.

Vamos lá Álvaro, chega de férias o mostra o que sabes. Estamos à espera. Força. Surpreende-nos e diz-nos, entre outras novidades, que até o TGV vai avançar.

Escreve o que te digo. É que estive a fazer umas contas naquelas máquinas de calcular chinesas e parece que entre perder os fundos comunitários e pagar indemnizações, fica mais em conta avançar com a obra.

Não desanimes Álvaro. Isto é política. Agora tudo isto te parece estranho, mas quando estiveres a terminar, até vais gostar. Em política, além do preto e do branco, também há o cinzento. Conselho de amigo.

A política é a arte do convencimento. Convence-nos Álvaro e boa sorte.

 



publicado por José Soares às 21:54
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Sábado, 16 de Julho de 2011
Reunião com autarcas militantes socialistas do distrito de Coimbra

 Jorge Veloso - Rui Brito - Mário Ruivo- João Portugal - Emílio Torrão

 

 

NOTA À IMPRENSA

 

Reunião com autarcas militantes socialistas do distrito de Coimbra

 

Por iniciativa do presidente da Federação Distrital do Partido Socialista de Coimbra, realizou-se ontem, 15 de Julho, na Casa Municipal da Cultura de Coimbra, uma primeira reunião com os autarcas militantes do Partido Socialista do distrito de Coimbra.

Mário Ruivo iniciou esta reunião classificando-a como “meramente introdutória para saber o pensamento dos autarcas (militantes) socialistas” e a sua “urgência” deve-se à “posição assumida pelo Primeiro-Ministro no Congresso da Associação Nacional dos Municípios Portugueses” realizado em Coimbra.

 

Foi um debate muito participativo, e nalguns casos até emotivo, onde os protagonistas foram mesmo os presidentes de junta e vereadores, alguns presidentes de concelhia e também os deputados socialistas à Assembleia da República, Mário Ruivo e João Portugal.

Das intervenções feitas, resultou a ideia dos autarcas e Partido Socialista no distrito estarem atentos ao que virá a acontecer sobre o tema da extinção, fusão ou agrupamento de freguesias, e até de alguns concelhos, mas para já ficou a conclusão de se aguardar que o Governo anuncie os critérios e princípios orientadores duma reforma que causa apreensão a todos os autarcas do país, independentemente do partido a que pertençam.

 

De realçar que todos os intervenientes classificaram como muito positiva esta iniciativa da Federação Distrital do PS/Coimbra, dado que o tema é da maior importância não só para os autarcas, mas principalmente para as suas populações.

 

Subscrevemo-nos com as melhores saudações socialistas.

 

Coimbra, 16 de Julho de 2011  

 

Pel’O Presidente da Federação Distrital de Coimbra do PS, Mário Ruivo, 

 

O Responsável da Área da Comunicação,

josesoares.ps@gmail.com

 

 



publicado por José Soares às 20:12
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Sábado, 7 de Maio de 2011
A Fábula Mouseland (em português: "Ratolândia")

 

 



publicado por José Soares às 23:38
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Quinta-feira, 28 de Abril de 2011
Saiba se está na Classe Média ou na Miséria?

 

 



publicado por José Soares às 19:23
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Quarta-feira, 30 de Março de 2011
José Soares em mini-entrevista à Revista C

(Para ler clique na imagem)

 

Também ler esta entrevista na «REVISTA C»



publicado por José Soares às 01:10
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Quarta-feira, 9 de Fevereiro de 2011
Lula - Discurso Histórico

 

 

 



publicado por José Soares às 15:25
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Segunda-feira, 26 de Abril de 2010
Ramalho Eanes considera que Portugal vive uma "situação financeira dramática"

O ex-Presidente da República, Ramalho Eanes, considera que Portugal vive actualmente uma "situação financeira dramática e que é necessário implementar "profundas reformas" na arquitectura do Estado.

 

As declarações foram proferidas numa entrevista à Antena1,no âmbito do ciclo de entrevistas a Chefes de Estado após o 25 de Abril. Ramalho Eanes diz não estar a “dramatizar” e a actual situação impõe um “trabalho ciclópico”.

"Estou preocupado porque entendo que, para sairmos desta situação e dado que não temos poupança, não temos capacidade de mobilizar investimento indispensável internamente, temos que ir ao exterior, temos que criar condições de uma alta competitividade", sublinha o antigo Presidente da República na entrevista.
"Eu julgo que para fazermos isso, e isso é um trabalho longo, temos que fazer profundas reformas na educação, temos que fazer profundas reformas na justiça, temos que fazer profundas reformas na Administração, temos que contar com a fiscalidade e profundas reformas na qualificação profissional. Nós temos um trabalho ciclópico a fazer", prescreve Ramalho Eanes.

Na mesma entrevista, ex-Presidente da República considerou que o 25 de Abril “não conseguiu responder às aspirações justas e fundadas e aos interesses legítimos da maioria dos portugueses” sublinhando que a Revolução de Abril trouxe a liberdade a Portugal, mas que a Democracia não funciona bem no nosso país.

 

In: Jornal de Negócios  Online – 26-04-2010

 

Quando tanto se criticam os políticos, Ramalho Eanes continua a ser um bom exemplo de que a política pode ser exercida com seriedade. É um Homem de Confiança.



publicado por José Soares às 13:38
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Sábado, 6 de Março de 2010
Subtilezas sobre políticos e burros

A última sessão da Assembleia Municipal da Figueira da Foz foi... hilariante. O deputado PS, Adelino Pinto, recorreu a um lugar-comum para se pronunciar sobre as declarações recentes do líder local do partido: “se um burro dá um coice, eu cortava-lhe a perna…”. A seguir à conversa sobre os equídeos, acrescentou: “a culpa é do jornalista, que em vez de o entrevistar devia ter chamado o médico, porque há pessoas que sofrem de febre…”. Depois desta intervenção, a venda de termómetros disparou exponencialmente…

 

In: Jornal “Diário As Beiras” - 06-03-2010



publicado por José Soares às 17:59
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Quarta-feira, 9 de Dezembro de 2009
Palhaçadas no Parlamento

A política bateu no fundo

 

São estes os representantes da Nação? Será que falta muito vermos umas cadeiras pelo ar na Assembleia da República?



publicado por José Soares às 22:34
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Terça-feira, 8 de Dezembro de 2009
Alegre: "Soares também teve um pé dentro e outro fora do PS"

Há 29 anos Mário Soares também esteve desalinhado com o partido. "Nessa altura fui dos poucos que estiveram com ele", defende Alegre

 

Primeiro acto: Mário Soares critica em entrevista ao i, ontempublicada, o facto de Manuel Alegre ter "um pé dentro e outro fora" do Partido Socialista. Segundo acto: para o próprio Alegre essa não é a notícia que encontra nas respostas do líder histórico socialista. "Quando Soares diz na entrevista 'eu gosto dele, dou-me bem com o temperamento dele', é aí que está a parte nova", responde em declarações ao i. "Até agora Soares só me fazia críticas", acrescenta.

Elogios à parte, ainda numa reacção às declarações de Mário Soares, Manuel Alegre não deixa o antigo amigo sem resposta. Pega na manchete do i e devolve--a. "Ele também teve um pé dentro e outro fora", aponta. "Soares foi muito criticado quando se suspendeu do partido durante a candidatura de Ramalho Eanes e eu fui dos poucos que estiveram com ele", relembra Alegre, recuando 29 anos.
Decorriam então as eleições presidenciais de 1980. Mário Soares, então secretário-geral do PS, resolve suspender o cargo em protesto com a posição assumida pelo general Ramalho Eanes, candidato apoiado oficialmente pelo PS, durante uma conferência de imprensa, pouco antes das eleições.

Em causa estavam as declarações de Ramalho Eanes em que o general defendia que o eleitorado das presidenciais era constituído por portugueses - e não por partidos. Esta posição, interpretada por Soares como uma deslealdade em relação ao Partido Socialista, leva-o a afastar-se do cargo de liderança do partido em sinal de protesto. Estas declarações foram a gota de água para o líder socialista que, antes mesmo desta conferência de imprensa, estava relutante no apoio à candidatura do general à Presidência da República.

Com este passo, Soares e PS desalinham--se no discurso, pelo menos durante o tempo que durou a campanha eleitoral. A Comissão Nacional do Partido Socialista opta por manter o apoio a Eanes, em resultado do acordo pré-eleitoral feito entre o PS e o general antes das eleições legislativas de 1980, que deram a vitória a Francisco Sá Carneiro.

Ramalho Eanes acaba por ser reeleito na primeira volta das presidenciais com 56% dos votos. No mesmo dia Soares fez 56 anos. Pouco depois, o líder regressa ao cargo de secretário-geral.

Ontem, por coincidência ou não, Manuel Alegre recorda este episódio no mesmo dia das eleições presidenciais: 7 de Dezembro, aniversário de Mário Soares.

Em declarações ao i, Manuel Alegre explica que, com esta lembrança, "não quer dizer nada" e sublinha apenas um voto: "Como Soares faz hoje anos, aproveito a oportunidade para lhe dar os meus parabéns pelos 85 anos. Desejo-lhe muita saúde e muitos e bons anos."

Pé dentro e outro fora Para Medeiros Ferreira, a expressão usada por Mário Soares faz sentido. "Todos os candidatos presidenciais têm um pé dentro e um pé fora do partido. Faz parte da natureza do cargo", assinalou. Para o antigo ministro dos Negócios Estrangeiros de Mário Soares, Manuel Alegre é "vítima das circunstâncias". "Depois de ter um milhão de votos durante as presidenciais de 2006, Alegre tem de prosseguir para uma nova candidatura", defende o politólogo.
No entanto Medeiros Ferreira, manifesta algumas reservas: "Não sei se [a candidatura de Alegre] será uma boa repetição." Por um lado, "Alegre deu a vitória a Cavaco Silva em 2006 porque foi responsável pela cisão da esquerda" e, por outro, o próximo candidato presidencial tem de promover "uma refederação da esquerda" para derrotar Cavaco. Por isso, defende o socialista, "ou aparece um candidato novo [da esquerda] ou Cavaco Silva ganha".

Por enquanto, Manuel Alegre não admite candidatar-se às eleições presidenciais de 2011. "Não posso, por ora, responder às vossas palavras", disse na semana passada num jantar em Braga onde se reuniu com meia centena de apoiantes. Deixou antes um sinal de que pondera a questão: "Não abro nem fecho portas."

Fonte: Jornal I – 08-12-2009

por Patrícia Silva Alves

 



publicado por José Soares às 17:08
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Segunda-feira, 7 de Dezembro de 2009
Mário Soares faz hoje 85 anos

Hoje no Jornal I, entrevista ao ex-Presidente da República

 

 

Mário Soares: "Alegre tem um pé dentro e outro fora do PS"

por Ana Sá Lopes| 

 

Mário Soares faz hoje 85 anos. Norton de Matos, Salazar, Humberto Delgado, Álvaro Cunhal, o regime, o escândalo ballet rose, a actualidade política nacional, José Sócrates e Manuel Alegre. Retrato do país que fomos e que somos

 

In: Jornal I  -  07-12-2009

 



publicado por José Soares às 14:45
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Quarta-feira, 25 de Novembro de 2009
Câmara de Coimbra: Manifesto anti-silêncio já é petição

Um manifesto que pugna pela presença de jornalistas nas sessões da Câmara Municipal de Coimbra, em prol da “transparência autárquica”, já se transformou em petição que pode ser subscrita online.

“Atendendo ao impacto do 'Manifesto anti-silêncio na Câmara de Coimbra', que inicialmente não era mais do que uma tomada de posição cívica, senti a necessidade de criar uma plataforma de acesso geral dos cidadãos, tendente a promover a alteração da decisão da Câmara e por isso lancei uma petição que está online e que pode ser subscrita”, anunciou hoje (dia 25) o ex-vereador socialista João Silva.

A petição, que pode ser subscrita em http://www.peticao.com.pt/comunicacao-social-cmc, "não visa a derrota de ninguém, mas, fundamentalmente, a transparência da actividade da Câmara e o acesso e observação directa dos órgãos de comunicação social da tomada de decisões do governo da nossa cidade, como vinha acontecendo há muitos anos”, refere.

O texto do “Manifesto anti-silêncio na Câmara de Coimbra” é o seguinte:

«O silêncio político de uma cidade é prenúncio da sua morte.

Uma cidade que aceita que o seu governo troque a abertura e o escrutínio público pela decisão fechada, tomada entre as quatro paredes duma sala de sessões, é uma cidade que vende o futuro.

Ocultar a face sobre a forma como as decisões são tomadas em nosso nome é renegar todo um passado de abertura e transparência, é um inaceitável comportamento político redutor da qualidade da democracia e indutor da suspeição e da desconfiança.

Uma cidade onde o presidente manda e os vereadores obedecem, cozinham acordos ou dormem sobre os dossiers não é uma cidade de futuro.

Fazer da Câmara de Coimbra um bunker onde se decide em segredo, afastando os jornalistas da reuniões do Executivo, não consta de nenhuma das propostas eleitorais que sufragámos nas recentes eleições e impedir os jornalistas de assistir às reuniões da Câmara – prática seguida em sucessivos mandatos – não foi um compromisso eleitoral anunciado, nem uma intenção manifestada.

Calar vereadores e silenciar a comunicação social é um acto de medo e de censura numa cidade onde se canta liberdade.

Os signatários querem continuar a saber como decidem os eleitos locais em sua representação e não aceitam o esbulho a esse direito pelo que se manifestam: Pela transparência autárquica na sua cidade; pela presença da comunicação social nas sessões da Câmara; contra o silêncio político na Câmara de Coimbra».

Já são signatários: João Silva, Joaquim Raimundo, Maria da Conceição Freire, Manuel Moreira Claro, Nuno Filipe, António Rochette, Vitalino José Santos, António Pinheiro, Artur Fontes, Rodrigues Costa, José Reis, Osório Gomes, Luís Duarte Coelho, Mário Ruivo, Manuel Machado, José Soares, António Manuel B. Ramos de Carvalho, Júlio Loureiro, Teresa Portugal, Francisco Fachada, Ricardo Castanheira, Lusitano dos Santos, António Vaz, Catarina Martins, Carlos Cidade, Ana Pires, José Manuel Pureza, Teresa Jorge, António Sousa Ribeiro, João Maria André, Rui Bebiano, José Dias, Ernesto Costa, João Paulo Dias, Miguel Cardina, Marisa Matias, Isabel Campante, Sandra Silvestre, Hugo Dias, António José André, Helena Loureiro, António Rodrigues, Luís Sousa.

Luis Santos

In: Jornal Digital  “CAMPEÃO DAS PROVÍNCIAS” - 25-11-2009

 

 

 

Explicação de Carlos Encarnação, em vídeo retirado do Sexo e Cidade.

 



publicado por José Soares às 23:07
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MANIFESTO ANTI-SILÊNCIO NA CÂMARA DE COIMBRA

Por imperativo de consciência, subscrevi o Manifesto Anti-Silêncio na Câmara de Coimbra.

Veja e assine a PETIÇÃO.



publicado por José Soares às 12:08
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Domingo, 22 de Novembro de 2009
PS/Coimbra: Fernandes “tropeça” em Ana Rosas

A candidatura de Ana Rosa Vaz para ingresso no Secretariado da Comissão Política Concelhia (CPC) de Coimbra do Partido Socialista está a ser questionada por vários camaradas, soube, hoje, o “Campeão”.

Juntamente com André Dias Pereira, António Vilhena, Irene Ferreira e Teresa Simões, aquela militante foi proposta por Henrique Fernandes para colmatar uma das cinco baixas no órgão executivo da CPC do PS/Coimbra.

Foi imediatamente impossível falar com a referida candidata.

Ao contrário dos outros quatro camaradas, Ana Rosa Vaz não integra a Concelhia socialista conimbricense mediante eleição, tendo a faculdade de assistir às reuniões na qualidade de membro da Comissão Política da Federação (órgão partidário de âmbito distrital).

A eleição de Ana Rosa Vaz, André Dias Pereira, António Vilhena, Irene Ferreira e Teresa Simões ficou por consumar, esta semana, na medida em que a votação efectuada na CPC se saldou por um empate.

Henrique Fernandes, líder concelhio do PS/Coimbra, propôs aqueles cinco camaradas para sucederem a Ana Cristina Rosa, Carlos Cidade, Maria do Rosário Pimentel, Paulo Penedos e Pedro Martins. À excepção da renúncia de Paulo Penedos, ocorrida em 2008, as restantes prendem-se com a postura de Henrique Fernandes enquanto principal protagonista socialista no contexto do processo eleitoral para a Câmara de Coimbra.

O órgão executivo da Concelhia conimbricense do Partido Socialista está sem quórum estatutário desde a demissão da jurista Ana Cristina Rosa, ocorrida há um mês.

Segundo fontes partidárias, Ana Cristina Rosa estranha a opção de Henrique Fernandes por uma camarada, Ana Rosa Vaz, cujo nome é susceptivel de ser confundido com o da jurista.

À animosidade de Ana Cristina Rosa, segundo as mesmas fontes, não será alheia a circunstância de Ana Rosa Vaz – ignorando, alegadamente, a opinião de Luís Ramos (ex-candidato do PS à presidência da Junta de freguesia de Santo António dos Olivais) – ter aceitado candidatar-se ao ingresso no referido Secretariado.

Marido da jurista, Luís Ramos é membro da Assembleia da principal freguesia de Coimbra, órgão em que Ana Rosa Vaz também tem assento.

Na carta de desvinculação do Secretariado, Ana Cristina Rosa lamentou “entraves colocados às escolhas dos candidatos em algumas freguesias”.

Henrique Fernandes tem declinado prestar esclarecimentos a respeito da devolução da carta com que Ana Cristina Rosa se demitiu, apesar de a missiva ter sido entregue na sede do PS/Coimbra.

 

In: Jornal Digital  “CAMPEÃO DAS PROVÍNCIAS” - 20-11-2009



publicado por José Soares às 22:30
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Quinta-feira, 19 de Novembro de 2009
A passo de caranguejo

   Umberto Eco reuniu uma série de intervenções e de artigos num livro, com o título “A Passo de Caranguejo”. Título sugestivo, face a uma visão de retrocesso politico fruto de um conjunto de acontecimentos do início deste século, que, com grande lucidez e profundidade, foi identificando e analisando.

   Também por aquilo que tem acontecido em Coimbra, concretamente no âmbito político, lembrei-me daquele título e do que ele indicia.

   Um olhar sereno e profundo, sobre os últimos anos da nossa vida política, leva, estou certo, a grande maioria do conimbricenses a reconhecer que a cidade “andou para trás”.

A progressiva desvitalização do nervo político da cidade é por demais evidente e também é evidente que esse processo tem origens e causas internas, dele resultando óbvios prejuízos para a cidade.

   Um dos espaços de observação, por excelência, da actividade política local situa-se no exercício da actividade autárquica, porque aí se conjugam aspectos ideológicos com a prática de exercício do poder e, também, aí se reflectem os níveis de organização e de consistência dos principais partidos.

   Vejamos então. Hoje quem governa Coimbra é o “partido” do Dr. Carlos Encarnação que integra a o PPM, o CDS/PP, o PPD/PSD e a CDU. Esta é uma verdade insofismável verificável na organização e funcionamento do Executivo bem como da Assembleia Municipal.

   A cidade enfrenta a dificuldade de não reconhecer nenhum projecto político coerente que aponte um caminho de futuro e as sucessivas purgas e afastamentos de vereadores foi sendo feita de forma a demonstrar que não é um partido ou coligação partidária que governam mas que há alguém que põe e dispõe sem reservas.

   Tudo isto com a espantosa agravante de que esse alguém soube manobrar todo um colectivo de modo a obter ganhos políticos, inclusivamente de ordem familiar, para além de ter o estatuto de arguido, sem que isso perturbe quem quer que seja. Há alguns anos esta realidade seria impensável.

   Não é por acaso que cada vez mais o presidente da Câmara é conhecido por prefeito.

Dos restantes partidos que se opõem ao “partido” do Dr. Carlos Encarnação o único com responsabilidades na Câmara é o PS e os sinais que deu no início deste mandato não podiam ser mais preocupantes.

   Na primeira reunião, a impressão que deu foi a de desunião, de incoerência e de desinteresse.

   Desinteresse, porque o segundo elemento da lista, um apregoado trunfo técnico, faltou logo quando havia uma importante discussão de natureza técnico legal, dado que estava em apreço o Regimento da Câmara.

   Incoerência, porque na votação do referido Regimento, nomeadamente numa questão de grande sensibilidade política – a presença da comunicação social nas reuniões da Câmara – houve um renegar de toda uma história de transparência cultivada durante três mandatos consecutivos pelo próprio partido.

   Desunião, porque os três vereadores presentes votaram de forma diversa. Pior era difícil para início de mandato.

   É evidente que Coimbra vive um retrocesso galopante na qualidade da sua vida política. Há um tamponar da transparência e da abertura aos munícipes em tudo contrário a uma melhor governança, que é apanágio das cidades vivas, criativas, inovadoras e culturalmente fortes que vão emergindo por esse mundo fora.

   Infelizmente, Coimbra caminha politicamente a passo de caranguejo.

 

Escrito por João Silva

In Jornal "CAMPEÃO DAS PROVÍNCIAS"   - 19-11-2009



publicado por José Soares às 23:45
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Requiem pelo Conselho da Cidade

   Li, há dias, que ainda existe o Conselho da Cidade, mas que estará prestes a morrer. Parece aguardar apenas pela extrema-unção para que se fine.
   Por mim, admitia-o, de há muito, morto. Aliás, como sempre disse, e o tempo acabou de o provar, a sua criação mais não foi do que uma das várias iniciativas tendentes a derrotar então o PS, autarquicamente.

   Atingido esse objectivo, e colocada na Câmara a coligação “Por Coimbra” (Centro-Direita) com a CDU, o Conselho da Cidade esvaziou-se, lentamente, para não dar muito nas vistas, mas esvaziou-se.

   Os mais ingénuos e crentes nas virtudes da coisa, os que haviam aderido por bem, foram percebendo, a pouco e pouco, que o músculo participativo e o entusiasmo militante das grandes figuras que lhe deram forma tinham desertado.

   Verdadeiramente, nunca houve um verdadeiro Conselho da Cidade, mas sim um Conselho Anti-PS, o qual, atingidos os seus objectivos, se esqueceu da Cidade. Esqueceu-se das promessas sonantes que fez, do combate pelo orçamento participativo, da análise e avaliação dos programas eleitorais e da emissão do seu “isento” parecer sobre os mesmos, etc.

   Por outro lado, os grandes protagonistas do combate pela elevação da qualidade da democracia em Coimbra ficaram-se pelo deslumbramento com a gravata e o sorriso do dr. Carlos Encarnação, e partiram para outras análise, outras experiências e outras terras.

   A cidade deve-lhes, para já, oito anos de uma gestão de 12, cujo principal mérito foi o de diminuir a qualidade da democracia no município, de promover a opacidade da Câmara, de colocar Coimbra na lista das cidades geridas por arguidos.

Resta desejar ao Conselho da Cidade o requiem aeternam (repouso eterno) e esperar que os seus entusiastas progenitores nos digam, um dia, afinal, onde têm estado nos últimos oito anos.

 

Escrito por João Silva

In Jornal Digital "CAMPEÃO DAS PROVÍNCIAS"   - 19-11-2009



publicado por José Soares às 21:25
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Sexta-feira, 13 de Novembro de 2009
Um PS pós-amnésico

   A Comissão Concelhia do PS/Coimbra reunir-se-á a 16 de Novembro (segunda-feira), volvidos cinco meses sobre a sua última sessão.

   A situação do Secretariado da Comissão Política, um órgão operacional que se encontra sem quórum estatutário, encontra-se inscrita na ordem de trabalhos. Embora a convocatória da reunião seja omissa acerca do futuro do referido órgão, a iniciativa de Henrique Fernandes merece aplauso, na medida em que o PS/Coimbra põe termo a um período de amnésia. A dita chegou ao ponto de o Secretariado, apesar de inactivo, ter divulgado, ontem, um comunicado. A credibilidade das instituições e a necessidade de elas se darem ao respeito são tecidas com pequenas malhas. É bom saber que, mesmo sem o «Verão de São Martinho», o PS/Coimbra dá sinal de despertar da letargia.

 

Escrito por Rui Avelar

In Jornal Digital "CAMPEÃO DAS PROVÍNCIAS"   - 13-11-2009



publicado por José Soares às 18:00
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Terça-feira, 20 de Outubro de 2009
Ramalho Eanes nos "Gato Fedorento"

Clique na imagem e veja o video/entrevista

 

   Ramalho Eanes esteve recentemente no Casino da Figueira da Foz, como convidado do programa “125 minutos com…”, para ser entrevistado por Fátima Campos Ferreira.

 

Pinto da Costa, presidente do Futebol Clube do Porto, que assistiu à entrevista, disse para todo o auditório, justificando a sua presença: “Depois de ouvir tantas asneiras, eu precisava de ouvir alguém com quem aprendesse alguma coisa. Não quero políticos como os que vão aos ‘Gato Fedorento”.

JS: Palavras para quê?

 

Cavaco Silva recusou participar no último programa dos “Gato Fedorento”.

JS: O humor nunca foi o forte do actual Presidente da República.

 



publicado por José Soares às 22:09
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Mário David versus José Saramago

 

O eurodeputado do PSD, Mário David exortou José Saramago a renunciar à cidadania portuguesa, esta terça-feira, por se sentir «envergonhado» com as recentes declarações do Nobel da Literatura.

 

Comentário: Temos o direito de não gostar do homem, mas o que é que a sua liberdade de opinião sobre a religião (que já é muito antiga) tem a ver com a sua nacionalidade?

 



publicado por José Soares às 21:47
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Quinta-feira, 15 de Outubro de 2009
Deus Pinheiro renuncia ao cargo de deputado

Início da Sessão Legislativa

Deus Pinheiro alegou razões pessoais para a renúncia.

 

   Foi uma renúncia em tempo recorde. João de Deus Pinheiro, cabeça-de-lista do PSD por Braga, foi deputado pouco mais de meia hora. Logo após a posse dos novos deputados, depois das 10h00, reuniu-se a comissão de verificação de mandatos onde foi aprovada a renúncia ao mandato do ex-ministro dos Negócios Estrangeiros por “motivos pessoais”.

   A saída de Deus Pinheiro apanhou de surpresa a direcção da bancada ainda em funções, que, apurou o PÚBLICO, chegou a sugerir que suspendesse por algumas semanas o mandato. Em vão.

   Para o lugar do deputado entra agora o presidente da JSD, Pedro Rodrigues, que não foi eleito directamente nas legislativas de 27 de Setembro.

 

Fonte: PÚBLICO – 15-10-2009 (Nuno Simas)

 

Comentário: Como é que o povo há-de acreditar nos políticos? E andou Ferreira Leite pelo país a falar em "Política de Verdade".


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publicado por José Soares às 14:45
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Quarta-feira, 14 de Outubro de 2009
Escutas em Belém

Afinal era verdade e aqui está a prova.

 



publicado por José Soares às 12:49
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Quinta-feira, 8 de Outubro de 2009
Democracia na Madeira

 

Perante isto, o que dizem e vão fazer as entidades máximas da República? Esperar por Dezembro para comer bolo-rei?



publicado por José Soares às 22:15
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Segunda-feira, 14 de Setembro de 2009
José Sócrates versus Ferreira Leite

Reveja na íntegra o debate entre José Sócrates e Ferreira Leite:

 

Clique na imagem



publicado por José Soares às 22:45
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José Sócrates versus Paulo Portas

 

 



publicado por José Soares às 22:42
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Quarta-feira, 5 de Agosto de 2009
Coimbra = 10 deputados

   Ao contrário do que se temia, a perda de um deputado, Coimbra continuará a ter 10 deputados em representação do distrito. Coimbra tem vindo a perder representação parlamentar: 12 em 1976; 11 em 1983 e 10 em 1991.

   Em 2005, o PS elegeu 6 deputados e o PSD 4.



publicado por José Soares às 21:45
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Terça-feira, 4 de Agosto de 2009
Treta política

   Francisco Louça acusou o Primeiro-Ministro de convidar Joana Amaral Dias para a lista de deputados por Coimbra. A própria confirmou que não foi convidada por José Sócrates para o que quer que fosse. O resto é treta política.



publicado por José Soares às 23:15
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Quinta-feira, 2 de Julho de 2009
Inqualificável 2

 

No meu post de 6/Maio, escrevi:
 
"Quarta-feira, 6 de Maio de 2009
Inqualificável
 

Nunca simpatizei muito com o ministro Manuel Pinho, principalmente pela sua postura e pelos seus infelizes apartes. A sua inabilidade política é uma constante. A polémica agora criada com Paulo Rangel, recorrendo ao insulto gratuito, é inqualificável. Não é admissível que um ministro do Estado Português, utilize este tipo de linguagem: “Paulo Rangel tem de comer muita papa Maizena para chegar aos calcanhares de Basílio Horta”(!?).

Para bem da credibilidade e respeito do próprio Governo, era bom que o país o não tivesse muito mais tempo como ministro."

 

Era só uma questão de tempo.

 
http://sic.aeiou.pt/online/video/informacao/noticias-pais/2009/7/o-estranho-gesto-de-manuel-pinho-.htm

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publicado por José Soares às 22:07
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